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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

A IMPORTÂNCIA DE EXPOR O TRABALHO DOS ALUNOS.

Exibir a produção feita em sala de aula é uma etapa importante da aprendizagem. Veja as diferentes formas de colocá-la em evidência.

FONTE: NOVA ESCOLA.

 Durante todo o ano, os alunos produzem muito conhecimento: escrevem bons textos nas aulas de Língua Portuguesa, elaboram maquetes em Geografia e Ciências e criam belos desenhos e esculturas nas oficinas de Arte. Talvez você, diretor, saiba disso, assim como os professores que orientam e supervisionam os projetos. Mas será que toda a equipe docente, os funcionários e os colegas de outras turmas estão por dentro do que a escola tem feito? Provavelmente não se essa produção fica em pastas ou restrita às quatro paredes da sala de aula. Uma maneira de todos se inteirarem das atividades realizadas é explorar as áreas coletivas, utilizando recursos gráficos e audiovisuais para incentivar a troca de experiências entre as classes.

Com essa atitude, o trabalho dos alunos será valorizado, o que é importante para a construção da identidade de cada um. Quanto mais jovem a criança, mais sensorial é a relação entre ela e os espaços escolares. No entanto, independentemente da idade, ela deve se sentir integrada ao ambiente que frequenta e ter o direito de ter participação nas intervenções que nele serão feitas. Afinal, a socialização dos conhecimentos adquiridos faz parte do processo de aprendizagem. "O reconhecimento da comunidade é um estímulo para que o aluno se empenhe em produzir o seu melhor", afirma Maria Paula Zurawski, professora do Instituto de Educação Superior Vera Cruz (Isevec), em São Paulo. Portanto, em vez de decorar a escola com personagens de desenhos animados, que tal colocar em evidência a "prata da casa"? 

O que expor 

Os professores podem colocar em discussão nas turmas o que vai ficar restrito à própria sala e o que vai ser visto por todos e que critérios de seleção serão adotados se houver limitação de espaço ou tempo. Normalmente, as etapas de uma sequência didática são compartilhadas com a classe, enquanto a finalização ganha as áreas externas. Caso se decida expor as várias fases de um projeto, é preciso deixar claro a qual etapa o trabalho se refere e cumprir o combinado de mostrar a evolução nas semanas seguintes. 

Além de selar essas decisões nas reuniões semanais de formação, cabe à coordenação pedagógica contemplar as diferentes áreas do conhecimento nas estratégias de divulgação. Esculturas e desenhos criados nas aulas de Arte, por exemplo, têm forte apelo visual e geralmente são os objetos que dominam os espaços. Contudo, também é possível apresentar de forma atrativa conteúdos de Matemática, Ciências e Língua Portuguesa. Se o produto final não denota claramente a diversidade de raciocínio e caminhos percorridos, um making of com fotos ajuda a narrar como eles chegaram àquele resultado. Na EREM Doutor Alexandrino da Rocha, em Bonito, a 126 quilômetros de Recife, mesas e bancos na área externa ostentam mosaicos realizados em Arte. E, para não deixar de fora outras disciplinas, um banner com fotos das atividades de cada classe - renovado todo bimestre - dá aos pais uma noção geral do que os estudantes têm produzido. Localizado na entrada do prédio, ele ainda funciona como um chamariz para que as famílias visitem as exposições internas.

 

Como expor

Não é necessário preencher as paredes de cima a baixo apenas para não deixá-las vazias. Mais importante do que a quantidade é a preocupação em dar destaque às produções, colocando-as em lugares de grande circulação, em uma altura acessível aos olhos, e mantê-las em áreas diferentes das reservadas a avisos institucionais. Na falta de murais, os trabalhos podem ser colados com fita adesiva diretamente nas paredes - se revestidas de tinta à base de óleo, elas correm menos risco de descascar. Outra alternativa é usar biombos ou fios. Presos ao teto ou à parede, eles formam uma espécie de varal, como faz a Alexandrino da Rocha para expor cordéis e outros projetos gráficos. Os anteparos móveis permitem que as produções sejam levadas a diferentes ambientes - uma vantagem para prédios grandes com mais de um andar ou diversas alas. 

Ao montar a exposição, não é correto adornar cartazes e molduras com purpurina ou papel crepom se esses materiais não fizeram parte da atividade. Os trabalhos precisam ser devolvidos aos alunos no mesmo estado - e isso também inclui cuidados para não rasgá-los ou amassá-los. Esculturas, maquetes e modelos correm o risco de ser danificados se ficarem em corredores estreitos. Nesse caso, uma exposição no pátio é uma boa opção. No CE Pedro Álvares Cabral, no Rio de Janeiro, eram tantos os objetos produzidos nas aulas de Animação Cultural que a equipe gestora montou uma sala de exibição permanente em um cômodo anexo à escola. O espaço é frequentado pelos alunos, durante os intervalos, e pelas famílias, nos horários de entrada e saída. 

Quando se trata de objetos, a decisão sobre como expô-los não é tão difícil. Porém como fazer com contos, poemas e afins? Na EM Professora Maria Nosídia, em Goiânia, as produções das aulas de Língua Portuguesa são transmitidas na rádio interna. Duas vezes por semana, acontecem as oficinas, em que as técnicas de locução são desenvolvidas, e os textos, adaptados à linguagem própria do veículo. Diariamente, pouco antes do intervalo da manhã e do horário de almoço, os estudantes se revezam em pequenos grupos para fazer o programa semanal com duração de cinco minutos. Por meio deles, toda a comunidade se informa das atividades gerais da instituição e dos projetos realizados. "Não importa o meio, a equipe gestora tem de buscar ideias para enaltecer a produção", recomenda Maria Paula. 

Quando expor 

Montar um cronograma e delegar a um grupo de pessoas a função de atualizar as áreas de exibição é a melhor solução para evitar ociosidade ou exposições muito longas de um mesmo material. O tempo de renovação varia de acordo com a instituição, mas a média de duas semanas é um período razoável para que a comunidade escolar consiga ver todas as produções e as obras não virem "paisagem". 

A regularidade também deve ser uma marca quando a opção é a divulgação oral. Na EM Nympha Maria Rocha Peplow, em Curitiba, a cada semana uma turma é convidada a mostrar aos colegas de outras séries o que tem realizado. Os grupos se revezam de tal forma que, ao final do bimestre, todas as classes tomam conhecimento dos trabalhos desenvolvidos no segmento. Plataformas de custos mais altos podem ser usadas esporadicamente (conheça outras formas de divulgação abaixo). Importante: as exposições devem ter como base o que está sendo ensinado no momento ou projetos concluídos recentemente. "A aprendizagem é dinâmica e assim também devem ser os espaços e o calendário da escola", afirma Paula Stella, coordenadora pedagógica da Comunidade Educativa Cedac, em São Paulo.
Outros meios de expor
Recursos gráficos, audiovisuais e multimídia são alternativas aos murais e às paredes de corredores:

- Vídeo Uma televisão posicionada em um local de circulação pode exibir vídeos com o processo de execução de um projeto. Esse formato é interessante especialmente quando o passo a passo dá detalhes que não se notam no produto final. 

- Livro Editar uma publicação com poemas e conteúdos redigidos nas aulas de Língua Portuguesa não apenas coroa a autoria dos alunos envolvidos mas também contribui para que os pais e a comunidade tenham mais contato com as produções. 

- Jornal Assim como a rádio, ele funciona como um espaço tanto de comunicação interna quanto de veiculação de textos dos estudantes - com a vantagem de desenvolver, em oficinas, a adaptação das produções para uma linguagem específica. 

- Internet Incentivar postagens de textos e fotos no blog oficial da escola - sempre com a supervisão de um professor - estimula a troca de experiências entre colegas, com a vantagem de ter disponíveis atividades antigas no arquivo do site para consulta.
ENTÃO VAMOS COLEGAS, COLOCAR MAIS NOS BLOGS O QUE FAZEMOS NA SALA DE AULA E OS GRANDES RESULTADOS PARA SOCIALIZARMOS E ASSIM NOSSOS AMIGOS PROFESSORES PESCAREM AS IDEIAS PARA AJUDAR NO SEU TRABALHO PEDAGÓGICO. BJOS. JOELMA COUTO.

SUGESTÕES PARA PREENCHIMENTO DO RELATÓRIO DOS ALUNOS.



Sugestões para preenchimento do relatório
Observações

É importante considerar, na construção do relatório os seguintes critérios:

• A avaliação deve ser sempre enfatizar os avanços e não apenas os fracassos. Registrar o que o aluno conseguiu e em que progrediu;
• Valorizar e registrar o desenvolvimento sócio-afetivo como: participação, solidariedade, posicionamento, sentimentos;
• É preciso registrar a participação do aluno nos projetos desenvolvidos no bimestre;
• Deve-se proceder relação com o registro anterior;
• Diversificar a redação de um aluno para o outro, buscando se fiel em suas colocações.

Sugestões para iniciar relatórios 

• Com base nos objetivos trabalhados no bimestre, foi possível observar que o aluno...
• Observando diariamente o desempenho do aluno, foi constatado que neste bimestre...
• A partir das atividades apresentadas, o aluno demonstrou habilidades em...
• Com base na observação diária, foi possível constatar que o aluno...


Desenvolvimento cognitivo
Lê com fluência vários tipos de textos interpretando-os;
• Produz textos escritos com clareza, coerência e coesão;
• Identifica e escreve seu nome completo;
• Observa, descreve, analisa e sintetiza gravuras, reportagens e textos;
• Apresenta dificuldades ortográficas
• Identifica e escreve seu nome completo
• Ainda não faz relação entre o que fala e escreve
ÁREA SÓCIO-AFETIVA
Comentar sobre o período de adaptação: Com quem ficou no primeiro dia? Como ficou? Como evoluiu? Mostra dependências? Usa apoio de objetos? Toma mamadeira, chupa bico?

Relacionamento: com a professora, colegas e funcionários. Participa de atividades propostas pelo professor?

Funcionamento no grupo: É aceita? Rejeitada? Isola-se? Lidera? É agressiva? Demonstra preferência por colegas? Coopera com o grupo? É capaz de ouvir os outros? Tem cacoetes?

Tolerância às frustrações: perder e ganhar, acertar e errar.

Controle esfincteriano resolvido?

Brinquedo: com o que prefere brincar na sala e no pato? Como brinca (sozinho, com o grupo em pequenos grupos, com companheiro)?

Autonomia: Está organizado na rotina? Aceita regras, cumpre combinações? Espera a decisão dos outros para tomar a sua? Tem condições de escolher e recusar-se ao que não quer? Envolve-se em conflitos? Como os resolve? Encontra suas próprias respostas? Explica seus pensamentos?

fonte: professores solidários

ESTAVA VERIFICANDO OS MEUS E-MAILS E ENCONTREI ESSE DA COLEGA MARIA APARECIDA DO GRUPO QUE PARTICIPO E ACHEI MARAVILHOSO E ÚTIL PARA TODOS OS PROFESSORES, SÃO PALAVRAS E EXPRESSÕES PARA USARMOS NOS RELATÓRIOS DOS NOSSOS ALUNOS. COMFIRAM ABAIXO: (repostagem).

SUGESTÕES DE PALAVRAS E EXPRESSÕES PARA USO EM RELATÓRIOS

VOCÊ PENSA – VOCÊ ESCREVE

O ALUNO NÃO SABE – O ALUNO NÃO ADQUIRIU OS CONCEITOS, ESTÁ EM FASE DE APRENDIZADO.

NÃO TEM LIMITES – APRESENTA DIFICULDADES DE AUTO-REGULAÇÃO, POIS...

É NERVOSO – AINDA NÃO DESENVOLVEU HABILIDADES PARA CONVÍVIO NO AMBIENTE ESCOLAR, POIS...

TEM O COSTUME DE ROUBAR – APRESENTA DIFICULDADE DE AUTOCONTROLE, POIS...

É AGRESSIVO – DEMONSTRA AGRESSIVIDADE EM SITUAÇÕES DE CONFLITO; USA MEIOS FÍSICOS PARA ALCANÇAR O QUE DESEJA.

É BAGUNCEIRO, RELAXADO, PORCO – AINDA NÃO DESENVOLVEU HÁBITOS PRÓPRIOS DE HIGIENE E DE CUIDADO COM SEUS PERTENCES.

NÃO SABE NADA – APRENDEU ALGUMAS NOÇÕES, MAS NECESSITA DESENVOLVER...

É LARGADO DA FAMÍLIA – APARENTA SER DESASSISTIDO PELA FAMÍLIA, POIS...

É DESOBEDIENTE – COSTUMA NÃO ACEITAR E COMPREENDER AS SOLICITAÇÕES DOS ADULTOS TEM DIFICULDADES EM CUMPRIR REGRAS.

É APÁTICO, DISTRAÍDO – AINDA NÃO DEMONSTRA INTERESSE EM PARTICIPAR DAS ATIVIDADES PROPOSTAS, MUITAS VEZES PARECE SE DESLIGAR DA REALIDADE, ENVOLVIDO EM SEUS PENSAMENTOS.

É MENTIROSO – COSTUMA UTILIZAR INVERDADES PARA JUSTIFICAR SEUS ATOS OU RELATAR AS ATITUDES DOS COLEGAS

É FOFOQUEIRO – COSTUMA SE PREOCUPAR COM OS HÁBITOS E ATITUDES DOS COLEGAS.

É CHICLETE – É MUITO AFETUOSO, DEMONSTRA CONSTANTEMENTE SEU CARINHO...

É SONSO E DISSIMULADO – EM SITUAÇÕES DE CONFLITO COLOCA-SE COMO EXPECTADOR, MESMO QUANDO ESTÁ CLARA A SUA PARTICIPAÇÃO.

É PREGUIÇOSO – NÃO REALIZA AS TAREFAS, APARENTANDO DESÂNIMO E CANSAÇO. PORÉM LOGO PARTE PARA AS BRINCADEIRAS E OUTRAS ATIVIDADES.

É MIMADO – APARENTA DESEJAR ATENÇÕES DIFERENCIADAS PARA SI, SOLICITANDO QUE SEJAM FEITAS TODAS AS SUAS VONTADES.

É DEPRIMIDO, ISOLADO, ANTI-SOCIAL EVITA O CONTATO E O DIÁGOLO COM COLEGAS E PROFESSORES PREFERINDO PERMANECER SOZINHO, AINDA NÃO DESENVOLVEU HÁBITOS E ATITUDES PRÓPRIAS DO CONVÍVIO SOCIAL.

É TAGARELA – COSTUMA FALAR MAIS QUE O NECESSÁRIO, NÃO RESPEITANDO OS MOMENTOS EM QUE O GRUPO NECESSITA DE SILÊNCIO.

TEM A BOCA SUJA – UTILIZA-SE DE PALAVRAS POUCO CORDIAIS PARA REPELIR OU AFRONTAR.

POSSUI DISTÚRBIO DE COMPORTAMENTO – APRESENTA COMPORTAMENTO FORA DO COMUM PARA SUA IDADE E PARA O CONVÍVIO EM GRUPO, TAIS COMO...

É EGOÍSTA – AINDA NÃO SABE DIVIDIR O ESPAÇO E OS MATERIAIS DE FORMA COLETIVA.

COLOQUE SEMPRE AS INTERVENÇÕES FEITAS PARA AÇÕES APRESENTADAS, ISSO RESSALTA TRABALHO.
Sugestão para Relatório Individual
 


Relatório Individual
Em relação à assimilação e fixação dos conteúdos:
O aluno é excelente, independente e realiza todas as atividades.
O aluno é muito bom, porém tem necessidade de consultar o professor.
O aluno possui dificuldade, é dependente do professor, mas realiza apesar de apresentar bastante lentidão.
O aluno possui dificuldade, é extremamente dependente do professor,não consegue realizar nada sozinho e não demonstra vontade em aprender.

Concentração e atenção às explicações em sala de aula:
O aluno é participativo.
O aluno é participativo, mas se empolga demais o que às vezes atrapalha.
O aluno participa somente quando é solicitado.
O aluno não participa da aula. Demonstra apatia.
O aluno é distraído, conversa e ainda atrapalha os demais.

Quanto à correção:
O aluno não consegue corrigir os erros (clipes) sozinho, necessita que o professor lhe oriente durante a correção, seja ela no caderno ou na apostila, pois se distrai com muita facilidade.
O aluno é excelente. Consegue identificar e corrigir seus erros (clipes) sem auxílio do professor sejam eles no caderno ou na apostila.
O aluno não corrige certo da lousa, pois apresenta deficiência visual.
O aluno não corrige certo da lousa, devido à falta de atenção.

Quanto ao relacionamento do aluno com os colegas:
Relaciona-se bem com todos os colegas.
Não relaciona-se bem com os colegas, gosta de se isolar.
Não relaciona-se bem com os colegas, é agressivo.
Gosta de realizar trabalhos em grupo.
Demonstra resistência em fazer trabalhos em equipe.

Quanto à Caligrafia e desempenho do aluno em sala de aula:
O aluno é excelente, tem a letra linda, é caprichoso e não apresenta erros.
O aluno é excelente , mas por querer ser o primeiro da classe a terminar, acaba deixando a desejar no capricho e na letra.
O aluno tem uma caligrafia boa, porém com muitos erros.
O aluno tem uma caligrafia ruim, mas não apresenta erros.
O aluno tem uma letra muito bonita e sem erros, mas demora muito para copiar.
O aluno precisa fazer caligrafia (caderno).
O aluno não precisa fazer caligrafia.

Quanto à disciplina:
O aluno apresenta comportamento excelente tanto em sala de aula , como na fila.
O aluno apresenta comportamento excelente em sala, porém na fila, deixa a desejar.
O aluno conversa , porém acata às regras da sala.Uma chamada de atenção é suficiente.
O aluno é indisciplinado, cabendo ao professor chamar-lhe a atenção em muitos momentos.

Quanto ao reforço:
O aluno não necessita de reforço paralelo.
O aluno necessita de reforço e comparece a todos.
O aluno necessita de reforço, mas não comparece devido à resistência dos pais ou do próprio aluno.
O aluno comparece aos reforços, mas apresenta resistência em realizar as atividades propostas (pede para ir ao banheiro; beber água, distrai-se com facilidade, conversa, brinca).

Quanto ao material usado em sala e lição de casa:
O aluno realiza a lição de casa com capricho.
O aluno realiza a lição de casa sem capricho.
O aluno não realiza a lição de casa.
O aluno traz todos os materiais necessários.
O aluno esquece o material escolar.

Quanto à Leitura:
O aluno lê com fluência e entonação adequados.
O aluno lê, mas não respeita os sinais de pontuação.
O aluno tem dificuldade na leitura das palavras.
O aluno não lê.

Quanto ao uso de óculos:
O aluno não usa óculos.
O aluno usa óculos normalmente.
O aluno mostra resistência em usar o óculos, desta forma a professora tem que solicitar constantemente que o mesmo faça uso correto.

Em relação à assiduidade do aluno:
falta muito e as mesmas o estão prejudicando no aprendizado.
o aluno não falta, exceto se for estritamente necessário.
o aluno não deverá faltar, está com excesso de faltas.
o aluno não consegue colocar o conteúdo de sala de aula em ordem devido as número de faltas.

Em relação a seus materiais:
organiza com ajuda das professoras e inspetora.
organiza com total independência.
não consegue se organizar.
esquece frequentemente materiais na sala.
perde frequentemente materiais na sala.

Em relação aos responsáveis:
- “necessitam” de atenção especiais.
- são participativos.
- são criteriosos, indagam bastante e acompanham o desenvolvimento do filho.
- geralmente não acompanham as lições/estudo do filho, porém participam das atividades.
- não são participativos e pouco comparecem às atividades.

CRÉDITOS:  http://tialenise.blogspot.com.br/

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

SORRIA, VOCÊ ESTÁ SENDO FILMADO!!!

OI GENTE LINDA, OLHA O QUE EU APRONTEI HOJE, MAIS UMA ARTE RECICLADA, MINHA FILHA PRECISAVA DE UMA MÁQUINA FILMADORA PARA APRESENTAÇÃO DE UM TRABALHO, ENTÃO FIZ ESSA PARA ELA APRESENTAR E GOSTEI DO RESULTADO. USEI CAIXA DE SAPATO, PAPEL CAMURÇA, GARRAFA PET, PAPEL LAMINADO. UMA DICA NA PARTE DA GARRAFA PET FICA MELHOR SE COBRIR DE PRETO OU PINTAR. É QUE NÃO DEU TEMPO DE PINTAR, FIZ HOJE PELA MANHÃ. O QUE VOCÊS ACHARAM??? BEIJOS E FIQUEM COM DEUS. JOELMA COUTO. 







terça-feira, 13 de novembro de 2012

CONSCIÊNCIA NEGRA ATIVIDADES.


Personalidades Negras que Marcaram a Historia do Brasil


Zumbi dos Palmares - nasceu livre em Palmares, Alagoas,  no ano de 1655, mas foi capturado e entregue a um padre português quando tinha aproximadamente seis anos. Foi batizado com o nome de Francisco,  aprendeu português e latim, e ajudava diariamente na celebração da missa. Fugiu aos quinze anos, em 1670. Em 1678, o governador da Capitania de Pernambuco, cansado do longo conflito com o Quilombo de Palmares, se aproximou do seu líder Ganga Zumba, oferecendo a liberdade para todos os escravos fugidos se o quilombo se submetesse à autoridade da Coroa Portuguesa. A proposta foi aceita, mas Zumbi rejeitou e desafiou a liderança de Ganga Zumba, prometendo continuar a resistência contra a opressão portuguesa, tornando-se  o novo líder do Quilombo de Palmares. Quilombo eram aldeias  localizadas em locais de difícil acesso, na mata virgem, para onde fugiam os negros que combatiam a escravidão.  Os quilombos representaram uma das principais formas de  resistências  no Brasil Colônia. Seus habitantes eram chamados de quilombolas.  
Zumbi foi morto em  20 de novembro de 1695 lutando contra os opressores. Zumbi é um símbolo da resistência e  da luta contra a escravidão.  O dia de sua morte, 20 de novembro, é lembrado e comemorado em todo o território nacional como o Dia da Consciência Negra, como determina a Lei 10.639, de 9 de Janeiro de 2003, que inclui  no currículo oficial de todas as escolas do pais,  a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", alterada  pela Lei 11.645, de 10 de Março de 2008, para incluir  a  “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. Veja estas Leis na coluna à direita deste blog.  Zumbi vive! Viva Zumbi !






PARA SALVAR AS ATIVIDADES CLIQUE NAS IMAGENS. ATIVIDADES ENVIADA POR EMAIL DO GRUPO PROFESSORES SOLIDÁRIOS.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

ARTESANATO COM METAL - PASSO A PASSO.

MAIS UMA TÉCNICA DE ARTESANATO, AGORA FEITA COM FOLHAS DE METAL, SIMPLES E BARATA. SÃO BORBOLETAS PARA ENFEITAR A SUA CASA E SEU AMBIENTE. ALGUMAS SUGESTÕES ABAIXO E O PASSO A PASSO.

POSTAGEM ORIGINAL DE Pam da Gingerbread Snowflakes.












A ordem é economizar, e foram vocês amigos que determinaram, me escrevendo e pedindo dicas debaixo custo. Procurei e encontrei essas para vocês, que são acessíveis e causam um bom efeito. Além do mais, dá para aproveitar de várias outras maneiras.
Alguns enfeites de natal são feitos usando folhas de metal que são difíceis de trabalhar e exigem cuidados. Hoje vamos adaptar um projetinho desses para uma base mais prática, as embalagens de alumínio, e baixar o custo desses enfeites mas não diminuir o efeito final. Inclusive dá para reciclar alguma embalagem que não tenha sido engordurada, nem usada no forno. Senão, não se preocupem. Com uma única embalagem dá para fazer pelo menos 5 figuras ou até mais, se souberem aproveitar bem o espaço. Como começamos?
Material
 * EMBALAGEM DESCARTÁVEL DE ALUMÍNIO
* TESOURA
* ARAME BEM FINO
* LÁPIS
* ESTECA PARA BOLEAR PONTA PEQUENA
* PEDRARIA DE BIJOUTERIA


Tenha em mãos um lápis, a esteca boleadora e uma base de papelão para trabalhar.

Desmembre as partes da embalagem. Use o fundo e a lateral.

Cubra o alumínio com um papel e alise usando um cabo de colher de pau

Use a criatividade e desenhe vários tipos de borboletas

Com o boleador, ressalte os desenhos, ou cubra com pontinhos.

Depois de pronto, recorte bem justo ao desenho já boleado.


Acrescente detalhes usando arame fino. Fure com uma agulha. Cuide para não rasgar o alumínio.

Prenda as pontas do arame uma na outra, torça e deixe uma medida para fixar onde desejar


Aqui está a figura da borboleta já pronta para usar

A dica é fazer outros desenhos: estrelas, pombas, flores e outros tipos de borboletas. 
Enriqueça a sua decoração.

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