Curta a nossa página!
DIÁRIO DE REGISTRO DO MEU FINAL DE SEMANA.
PROJETO VIAJANDO NA SACOLA MÁGICA DA LEITURA.
APRESENTAÇÃO
Visando aperfeiçoar e valorizar o cidadão através das linguagens artística, literária e histórica, a partir da compreensão do seu papel enquanto sujeito histórico, o projeto enfoca o ato de ler como ponto de partida para a construção do pensamento lógico, com isso, possibilitando a capacitação do aluno em construir suas relações diante do mundo.
TRATA-SE DE UM PROJETO DE PRÁTICA DE LEITURA ONDE OS ALUNOS LEVARÃO PARA CASA UMA SACOLA CONTENDO ALGUNS LIVROS DE HISTÓRIAS INFANTIS E UM CADERNO DE REGISTRO, ONDE TERÃO QUE REGISTRAR E RECONTAR A HISTÓRIA LIDA; USANDO ESCRITA, COLAGEM, DESENHOS E TUDO QUE A IMAGINAÇÃO MANDAR.
DEPOIS, CADA ALUNO APRESENTARÁ SUA CRIAÇÃO AOS COLEGAS.
JUSTIFICATIVA
As histórias estão presentes em nossa cultura há muito tempo e o hábito de contá-las e ouvi-las tem inúmeros significados. Está relacionado ao cuidado afetivo, à construção da identidade, ao desenvolvimento da imaginação, à capacidade de ouvir o outro e à de se expressar. Além disso, a leitura de histórias aproxima a criança do universo letrado e colabora para a democratização de um de nossos mais valiosos patrimônios culturais: a escrita.
Por isso, é importante favorecermos a familiaridade das crianças com as hisstórias e a ampliação de seu repertório. Isso só é possível por meio do contato regular dos pequenos com os textos, desde cedo, e de sua participação freqüente em situações diversas de conto e leitura. Sabe-se que os professores são os principais agentes na promoção dessa prática – e a escola, o principal espaço para isso.
Esse projeto visa fazer com que o aluno tenha prazer em ler e consiga transmitir ao outro o que leu.
Assim, o livro deve ser mostrado e aberto com dimensão do prazer e da alegria, para que o aluno perceba que LER É UMA VIAGEM MARAVILHOSA E NÃO APENAS MAIS UMA DAS ATIVIDADES DE ESCOLA.
Proporcionar situações de leitura compartilhada.
Aproximar os alunos do universo escrito e dos portadores de escrita (livros, jornais e revistas) para que eles possam manuseá-los, reparar na beleza das imagens, relacionarem texto e ilustração, manifestar sentimentos, experiências, idéias e opiniões, definindo preferências e construindo critérios próprios para selecionar o que vão ler.
Fazer com que construam o hábito de ouvir e sentir prazer nas situações que envolvem a leitura de histórias.
Familiarizá-los com histórias e ampliar seus repertórios.
Participação em situação de conto e leitura de histórias.
Escuta atenta e interessada de histórias.
Observação e manuseio de livros.
Desenvolver no aluno a facilidade de se expressar em público, inicialmente, perante aos colegas de sala.
METODOLOGIA BÁSICA
Haverá uma sacola com diferentes livros de histórias e um caderno de registros. Os alunos, que serão sorteados, levarão a sacola para casa, POR UMA SEMANA.
Depois, na sala de aula, o aluno poderá apresentar para os colegas o livro que leu e o seu registro.
Também poderá ser apresentado na forma teatral, se o aluno quiser.
Português – literatura através da leitura e do registro que ele terá que fazer.
Produção textual – o aluno poderá produzir outros textos usando o que foi lido, em forma de poesia, narrativa e teatro.
CRONOGRAMA
Durante todo o ano de 2012
Ocorrerá durante todo o processo, a partir da observação direta das atitudes do aluno-leitor no seu cotidiano, e da avaliação de leitura e interpretação de texto do aluno, no dia-a-dia.
ATIVIDADES PARA O DIA DO INVENTOR.
Invenções
Quais serão os passos para inventar um objeto ou aparelho útil?Como vimos toda invenção geralmente parte de uma necessidade social.Para que seus alunos vivenciem um pouco dessa experiência, organize uma pesquisa sobre essas etapas e como são desenvolvidas.
Dessa forma, irá abordar as etapas do método científico, começando pela elaboração de um problema, que envolverá a criação de algum instrumento.
No final desse trabalho os grupos deverão tentar criar um invento, que deverá ser exposto aos colegas.
Outro trabalho interessante é solicitar que os alunos escolham uma invenção para pesquisar, aprofundando nos fatos que levaram à invenção, as características do inventor, entre outros pontos.
Esse trabalho pode culminar em um "Painel das Invenções", onde cada grupo vai expor sobre a pesquisa.
ALGUMAS INVENÇÕES!!!
AVIÃO
CALÇA JEANS
LÂMPADA
SORVETE
TELEFONE
DIA DO INVENTOR - 04/11 - DÊ ASAS À IMAGINAÇÃO!
EMOÇÕES NO CURRÍCULO - COMO SUPERAR O ESTRESSE DO DIA A DIA E TRANSMITIR TODO O SEU CARINHO NA EDUCAÇÃO DOS PEQUENOS.
ESTÁ NOS REFERENCIAIS CURRICULARES DA EDUCAÇÃO INFANTIL: ESTABELECER VÍNCULOS E TRABALHAR AS EMOÇÕES POR MEIO DELES FAZ PARTE DO CURRÍCULO ESCOLAR NESSA FASE DA VIDA. O DOCUMENTO OFICIAL DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO É EXPLÍCITO AO DIZER QUE HÁ UMA "FORTE RELAÇÃO AFETIVA (A QUAL ENVOLVE SENTIMENTOS COMPLEXOS E CONTRADITÓRIOS COMO AMOR, CARINHO, ENCANTAMENTO, FRUSTAÇÃO, RAIVA, CULPA ETC.)" ENTRE A CRIANÇA E AS PESSOAS QUE FAZEM PARTE DE SUA VIDA, RESPONSÁVEIS NÃO SÓ POR CUIDAR, MAS TAMBÉM POR ORGANIZAR E INTERPRETAR O MUNDO PARA ELA. A IDENTIDADE E A AUTOESTIMA DOS PEQUENOS SÃO, PORTANTO, CONSTRUÍDAS A PARTIR DESSA RELAÇÃO. DÁ PARA IMAGINAR O QUANTO AS EMOÇÕES SÃO IMPORTANTES PARA ELES, NÃO É? ENTÃO CONHEÇA, A SEGUIR, FORMAS DE USÁ-LAS PARA O BEM DE SEUS ALUNOS.PROJETO DOBRAS, FORMAS E CORES - DESENHAR E COLORIR.




Projeto Ler sem saber ler - PALAVRA ESCONDIDA.
MATERIAIS: CAIXA DE PAPELÃO PARA OVOS, COLA BRANCA, LÁPIS DE COR, RISCOS DAS LETRAS E DAS SÍLABAS (ESTÃO PRONTOS NA FOLHA DE MOLDES); TAMPAS DE GARRAFA PET, TESOURA COM PONTA ARREDONDADA.
21 de setembro - DIA DA ÁRVORE. DRAMATIZAÇÃO PARA O DIA DA ÁRVORE.
Escolher 05 crianças e distribuir cada parte da planta. (raiz, caule, folha, flor e fruto).
1º: Fala a árvore:
- Oi turma!
- Eu sou a árvore.
- Sou muito importante para a natureza. Se eu não existisse, nem existiria vida na terra.
Eu purifico o ar, dou sombra, frutos, protejo o solo.
2ª Fala, a folha:
- Ei, dona árvore!
- Eu também sou importante!
- Sou o pulmão da senhora, esqueceu?
- É através de mim que a senhora respira. Sou eu que fabrico o alimento que a senhora precisa.
- Eu sou a Folha!
3ª Fala, a flor:
- Ri e fala:
- Ora esta! Era só o que me faltava.
- Eu é que sou a mais importante de todos na natureza!
- Sou bela, cheirosa,delicada.
- Embelezo e perfumo tudo à minha volta, além de me transformar em deliciosos frutos.
- Eu sou a Flor!
4ª Fala, o fruto:
- Calma aí, dona flor!
- Venho da senhora, mas também sou importante.
- Sou um alimento doce, delicioso, cheiroso que todos os seres vivos precisam, para ter uma vida saudável.
EU sou o fruto!
5ª Fala, o Caule:
- Ei, vocês se esqueceram de mim?
- Quem carrega o alimento para todos vocês?
- Sou eu Claro! O mais importante
O Caule.
6ª Fala, a Semente:
- Pois é, vocês se julgam os mais importantes, mais se não fosse por mim, vocês nem existiriam.
- Eu sou a semente e todos dependem de mim.
7ª Fala, entra a Raiz:
- Puxa vida, como estou cansada!
- É duro manter todos vocês em pé e nem ser reconhecida.
- Por que vocês discutem quem é mais importante?
- Somos um só corpo, e só unidos é que somos realmente úteis e importantes.
- Eu sou a Raiz.
A seguir todos se abraçam, colocam a árvore no meio do círculo e juntos dizem viva o dia da árvore.
Sugestão: Cantar alguma música que fale de árvores
"Árvore é sinônimo de vida", com sua sombra aconchegante, seus frutos e flores magníficos
Dos primeiros seres vivos do planeta, as árvores foram resistindo às mais diversas mudanças climáticas, renovando-se, transformando-se para poderem se adaptar a diferentes situações. Entretanto, talvez estejamos vivendo a maior destas transformações ambientais: a que realiza o progresso da civilização humana. E, para continuarmos a progredir em rítmo acelerado, precisamos proteger nossa flora e nossa fauna garantindo a sobrevivência de todos, inclusive a nossa.
Hoje, enxergamos por completo a importância das árvores na composição do meio ambiente e na manutenção da vida nesse planeta: protegendo o solo, nascentes de rios, lagoas e lagos; preservando a vida silvestre, das mais fechadas matas até o cerrado brasileiro; servido de berçário nos diversos quilômetros de mangue do litoral do país, etc.. Além disso, existe todo o aspecto funcional do bom uso das árvores, com a produção de móveis, utensílios domésticos, esculturas, embarcações e etc...
Então, quando se ajuda na derrubada de uma árvore, não estamos desprezando somente a vida de um vegetal; estamos contribuindo com a diminuição da nossa qualidade de vida, que só não será afetada, se colocarmos outra árvore no lugar da que foi derrubada.
O uso comercial da árvore é importante na produção de móveis, portas, pisos, papel, entre outras peças. Mas é importante compreendermos que o manejo desses recursos deve ser controlado, obedecendo leis que garantam a sustentabilidade do meio ambiente.
A árvore pode ser útil para nós, mas também é para toda a cadeia de seres vivos do planeta. Para cada ser, a árvore desempenha um papel fundamental como moradia, geradora de alimento ou até mesmo, como reguladora da temperatura.
A cada um de nós cabe esta função. É como uma casa: todos que moram devem ajudar a preservá-la.
Todo o progresso alcançado até hoje, somente foi possível graças ao uso deste nobre material natural: a árvore.
Porém, está na hora de recuperarmos o equilíbrio entre a vida e o progresso. Por isso, é de fundamental importância a conscientização e contribuição de todos.
A destruição das florestas e como evitá-la.
Segundo dados do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), durantes o período de junho a novembro, grande parte do país é acometido por queimadas que se estendem praticamente por todas as regiões, com maior ou menor intensidade. O fogo é normalmente empregado para fins diversos na agropecuária, na renovação de áreas de pastagem, na remoção de material acumulado, no preparo do corte manual em plantações de cana-de-açúcar, etc. Trata-se de uma alternativa geralmente eficiente, rápida e de custo relativamente baixo quando comparada a outras técnicas que podem ser utilizadas para o mesmo fim. Os estados que, tradicionalmente, apresentam maior número de focos de calor são Mato Grosso e Pará.
Ambiente Brasil: http://www.ambientebrasil.com.br/.
Diferenças entre focos de calor, incêndio e queimadas.
Focos de calor.
Qualquer temperatura registrada acima de 47°C. Um foco de calor não é necessariamente um foco de fogo ou incêndio.
Queimadas
A queimada é uma antiga prática agropastoril ou florestal que utiliza o fogo de forma controlada para viabilizar a agricultura ou renovar as pastagens. A queimada deve ser feita sob determinadas condições ambientais que permitam que o fogo se mantenha confinado à área que será utilizada para a agricultura ou pecuária.
Incêndio Florestal
É o fogo sem controle que incide sobre qualquer forma de vegetação, podendo tanto ser provocado pelo homem (intencional ou negligência), quanto por uma causa natural, como os raios solares, por exemplo. A principal causa de incêndios na floresta tropical é a ação desordenada provocada pelo homem que, ao promover o desmatamento e utilizar o fogo de maneira desordenada, cria condições favoráveis para a ocorrência de grandes incêndios.
Como evitar os incêndios ?
Fazer queimadas somente com autorização do IBAMA e de forma controlada, com a contrução de aceiros - barreiras que impedem a propagação das chamas. O aceiro pode ser feito em forma de vala ou limpeza do terreno de modo a obstruir a passagem do fogo.
Apagar com água o resto do fogo em acampamentos para evitar que o vento leve as brasas para a mata, causando incêndios.
Não jogar pontas de cigarro acesas próxima a qualquer tipo de vegetação.
Está proibido o uso de fogo em áreas de reservas ecológicas, preservação permanente e parques florestais.
Crimes Ambientais
São considerados crimes ambientais toda e qualquer ação que causar poluição de qualquer natureza que resulte ou possa resultar em danos à saúde ou que provoque a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora.
Enquadram-se nesses casos:
Tornar uma área, urbana ou rural, imprópria para ocupação humana.
Causar poluição atmosférica que provoque a retirada, ainda que momentânea, dos habitantes das áreas afetadas, ou que cause danos diretos à saúde da população.
Causar poluição hídrica que torne necessária a interrupção do abastecimento público de água de uma comunidade.
Dificultar ou impedir o uso público das praias.
Lançar resíduos sólidos, líquidos ou gasosos ou detritos, óleos ou substâncias oleosas em desacordo com as exigências estabelecidas em leis ou regulamentos.
Deixar de adotar, quando assim o exigir a autoridade competente, medidas de precaução em caso de risco de dano ambiental grave ou irreversível.
Ajuda Brasil: http://www.ajudabrasil.org.br/.
Denuncie
Denúncias relacionadas a agressões ambientais podem ser tratadas diretamente com o IBAMA, através da Linha Verde. A Linha Verde é um canal do Ministério do Meio Ambiente que, por meio da Ouvidoria do IBAMA, acolhe denúncias, sugestões e reclamações ligadas a temas ambientais.
Sua denúncia pode ser feita gratuitamente pelo telefone 0800-61-8080 ou pelo email linhaverde.sede@ibama.gov.br.
É necessário informar os dados mais precisos, para que a apuração da denúncia seja acelerada.
Dicas para plantar uma árvore.
O primeiro passo é verificar o local onde se deseja plantar para somente depois escolher o tipo de árvore.
Verifique a exposição ao sol - algumas espécies se adapta melhor a sol pleno, outras pedem muita sombra.
Observe a distância que a árvore pode ser plantada de muros e cercas.
É importante tomar cuidado com calçadas - algumas árvores têm raízes que danificam o calçamento e asfaltos. Em alguns casos, o ideal é plantar árvores como Ipês, que as raízes crescem na vertical.
Opte por fazer o plantio em períodos de pouco impacto térmico, como primavera ou outono.
Observadas estas questões, é só escolher a muda e seguir as instruções técnicas de plantio dadas pelo vendedor.
Passo a passo para o reflorestamento.
Demarcar a área a ser reflorestada e isolá-la de animais, quando estiver no meio de pastagens.
Escolher espécies adaptadas à região do plantio.
Observar o clima, o solo e usos anteriores da terra, para ver se é necessário aplicar fertilizantes para facilitar o crescimento das mudas plantadas.
Utilizar em torno de 50% de espécies pioneiras, aproveitando suas características de rápido crescimento para fazer sombra para as espécies climáticas.
Privilegiar o uso de árvores frutíferas, com o objetivo atrair a fauna.
Diversificar ao máximo as espécies plantadas, para chegar o mais próximo possível do ambiente natural.
Quando possível, plantar em linha e colocar estacas, para facilitar futuros trabalhos de manutenção das mudas plantadas.
Escolher o espaçamento entre plantas (2x2, 3x2, 3x3 ou 4x4), em função dos custos e do prazo em que se espera recuperar a área. Espaçamentos menores dão resultados imediatos, mas o custo de implantação é maior.
Proceder o replantio das mudas mortas.
Realizar limpezas de manutenção (roçadas e coroamento) até o 3º ano após o início do plantio.
Ecotrilha:
Teatro = Atividades recreativas = Como surgiu o dia dos pais? = dia dos pais.
Paide Emílio Carlos
(As crianças entram. Cada criança faz uma fala. Outra opção é todas falarem juntas. Enquanto falam elas fazem gestos de mímica que ilustrem o que elas estão falando).
Quando eu era pequenino
Você me segurou
Com suas mãos grandes e fortes
Você me amparou
A luz forte do hospital
Eu abri os olhos meio assim
E naquela hora eu pude ver
Que você sorriu pra mim
Você me levou pra casa
Cuidou da mamãe e de mim
E no meio da madrugada
Vinha sempre olhar pra mim
Quando eu comecei a falar
Eu também te chamava
Dizia “pa” e depois “papa”Dizia papai e te abraçava
Quando eu comecei a andar
Segurava forte na sua mão
E me equilibrava meio sem jeito
Pra não cair no chão
Na hora em que eu me machucava
Era pra mamãe que eu corria
Mas na hora de fazer farra
Era você que eu queria
A gente já soltou pipa,Até andou de bicicleta
E se lembra de quando
Eu vesti sua cueca?
Brincou de cavalinho
Jogou bola de montão
E se lembra de quando
Fomos ao parque de diversão?
Nesse dia de alegriaTenho uma coisa a dizer:
Quando eu crescer
quero ser igual a você.
Fonte- Meus trabalhos pedagógicos.
Dia dos Pais - Você sabe como surgiu?
O Dia dos Pais surgiu nos Estados Unidos. A idéia foi da norte-americana Sonora Louise Smart Dodd. Ela teve essa idéia quando escutava um discurso no dia das Mães. Para homenagear seu pai, um militar que criou seu seis filhos sozinhos, logo após a morte de sua esposa em 1898, Sonora decidiu criar o Dia dos Pais. O primeiro Dia dos Pais nos EUA aconteceu então no dia 19 de Junho, dia do aniversário do pai de Sonora. Hoje, o Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de Junho nos EUA.
O Dia dos Pais no Brasil foi implantado pelo publicitário Silvio Bhering. O primeiro Dia dos Pais aconteceu no dia 14 de agosto de 1953, mesmo dia de São Joaquim, patriarca da família. Atualmente, comemora-se a data no segundo domingo do mês de agosto.
Planejamento de atividades recreativas em comemoração ao Dia dos Pais.
Atividades Recreativas:
Os cumprimentos: O orientador começa – VAMOS NOS CUMPRIMENTAR? Cada um cumprimenta o outro, mas não é para se cumprimentar como inglês, apenas dando as mãos, vai aos como brasileiros, dando um grande abraço no amigo! Vamos viajar pelo mundo e nos cumprimentar de várias formas. Quem sabe como os Chineses se cumprimentam? E os Japoneses, é parecido?
Os pais vão se movimentando pelo espaço e se cumprimentam de acordo com o país visitado: RÚSSIA (beijos forte no rosto), ÍNDIA (flexão do tronco à frente com as mãos juntas à altura do peito, POLO NORTE E ALASKA (esfregando os narizes), HIPPIES (dedos em “V” – paz e amor), esportistas de basquetebol (batendo mãos ao alto e peito contra o peito do outro) e etc.
Percepção de pequenos e grandes detalhes: Separa-se o grupo em duplas, de preferência, pai e filho. Pede-se que se olhem da cabeça aos pés e depois se viram de costas um para o outro. Após isso cada um irá realizar uma mudança em sua aparência, mudança esta de pequena percepção, e depois de 30 segundos, a dupla de vira para a outra e tenta achar o que está diferente.
Depois desse momento, viram-se novamente e realizam uma mudança muito mais perceptiva, algo que qualquer um iria notar, e depois de 30 segundos viram-se para sua dupla e espera-se que descubram o que está de tão diferente na sua aparência.
Corridas dos números: Um grande círculo onde os pais e alunos são numerados de 1 a 5 (dependendo do espaço e número de participantes). O professor diz um número, por exemplo, 3, e todos os números três deverão correr por fora do círculo até chegar ao seu local de origem.
Corrida até o cone: esta atividade será da seguinte maneira – a turma de pais estará separada em duas equipes, colocadas cada uma no final da quadra, podendo ser também em cima da linha de fundo da quadra de voleibol. Cada integrante das equipes terão uma numeração específica e dão-se a outra equipe os mesmos números. Ao sinal do professor (que gritará um número), estes números deverão correr até o centro da quadra e tentar chegar primeiro encostando na bola, que estará sobre um cone!
Nancibol – dois grupos, com oito pais cada, estarão dispostos nas laterais da quadra:
Os pais, da posição de número 1, iniciarão a atividade segurando uma bola. Ao sinal do professor, passarão a bola ao colega de numero 2, que passará para o número 3, até chegar ao colega de número 8. Neste momento, todos os alunos trocaram de posições, ou seja, o número 1 vai para o lugar do número 2, que vai para o lugar do número 3, e assim sucessivamente, até o número 8. Ao receber a bola, este deverá se deslocar, quicando-a até a posição de número 1. A atividade termina quando todos voltarem às suas posições iniciais.
Conteste do equilíbrio – mesma formação anterior, só que dessa vez os primeiros de cada coluna irão correr com uma bola nas mãos e ao chegarem a um ponto determinado deverão colocar suavemente a bola equilibrada em cima do cone, sem que a mesma caia no chão. Quando deixar a bola no cone, deverá voltar e tocar na mão do próximo colega da sua coluna, e este irá fazer o contrário, onde irá buscar a bola e trazer para sua coluna, e assim por diante. Um leva e equilibra e o outro busca!
Conteste dos bambolês – duas colunas separadas uns 3 m, ao sinal do professor os primeiros de cada coluna deverão correr até um ponto determinado e se posicionarão dentro do bambolê, onde depois disso irão pegar o arco e passarão por cima do corpo, retirando e colocando-o no mesmo lugar.
Brincadeira: Coloca-se a turma em forma de coluna, quantas necessárias para realizar a atividade na mais perfeita ordem. Os alunos estarão sentados a uma distância de + ou – 1m do colega. Ao sinal do professor todos irão levantar de seus lugares e correrão na direção do colega posicionado atrás do mesmo. Ou seja, o primeiro correrá atrás do segundo, o segundo atrás do terceiro e assim por diante. O último da coluna fugirá de todos!
Leva e traz: Duas colunas, o primeiro de cada coluna dará a mão ao colega que estiver atrás. Ao sinal para iniciar a atividade, os dois deverão correr até um local, em frente à sua coluna, previamente determinado pelo professor. O primeiro pai fica neste local e o segundo volta para buscar o terceiro, e assim sucessivamente até o último aluno da coluna.
Guerrinha de papel: Os pais estarão separados em duas equipes, onde cada uma estará de cada lado da quadra. Os componentes desta brincadeira estarão munidos de uma bolinha de papel nas mãos, onde ao sinal do professor irão arremessar essas bolinhas para a quadra adversária, deixando-a com muitos papéis no chão. Mas por outro lado temos a outra equipe que também irá jogar para o outro lado, formando uma verdadeira guerrinha de papel. Vence a equipe de tiver menos papéis na sua quadra.
Circuito recreativo:
Acertar a cesta: Os pais estarão em coluna, o primeiro pai da coluna estará com uma bola. Quando o professor der o sinal, os pais farão arremessos, tentando fazer cestas. Todos os componentes têm que participar. Ao final do tempo, o responsável marca dez pontos para cada arremesso conseguido pelo grupo. Neste momento, este grupo vai para a estação nº. 2, para ouvir as explicações. O grupo que estará na estação nº. 2 vai para a 3, e assim sucessivamente, acontecendo o rodízio no circuito.
2ª estação – COGNITIVA.
Encontre o resultado: O responsável mostra para o grupo, em uma folha, números que representam as quatro operações matemáticas. Os pais terão que armar, e encontrar o resultado.
Cada resultado certo vale 50 pontos. O responsável já deve ter o resultado em uma outra folha de papel!
Ps. O grau de dificuldade dos cálculos deve corresponder, obviamente, ao nível de escolaridade dos pais.
3ª estação – MOTORA.
Assopre o algodão: deverão todos os componentes do grupo, assoprar o algodão, sem encostar com nenhuma parte do corpo e sem deixá-lo cair no chão!
O grupo já chega à estação com 30 pontos garantidos, mas cada vez que o algodão cair no chão ou encostar-se a qualquer parte do corpo de um dos componentes, o grupo perde 2 pontos!
4ª estação – MOTORA.
5ª estação – COGNITIVA.
Descubra as palavras: O responsável pela estação mostra uma folha para os alunos com palavras onde as letras estarão ordenadas de forma não-convencional. O grupo terá que identificar e escrever a palavra correta. Cada palavra descoberta vale 15 pontos!
VOLEIBOL CEGO: atividade recreativa que visa o aprendizado do voleibol através de uma grande brincadeira lúdica.
Será distribuído um número de pais para cada lado da quadra, de no máximo 8 a 10, e que deverão lançar a bola para o lado adversário, sendo que terá um plástico na rede impedindo a visão dos jogadores. A equipe poderá dar até 3 toques na bola, mas nunca o mesmo jogador de forma consecutiva.
Planejamento de atividades recreativas em comemoração ao Dia dos Pais.
Por:
Marcus Vinícius da Silva Nunes
CREF: 018180 – G/RJ
Meus trabalhos pedagógicos
Dia dos pais, como surgiu o dia dos pais, teatro dia dos pais, Atividades recreativas para o dia dos pais, propostas pedagógicas para o dia dos pais, Datas comemorativas.
Proposta e projeto pedagógico sobre folclore.
PROJETO FOLCLORE - BRINCANDO COM FOLCLORE
1. Apresentação
Turmas: Creche e Pré-Escola
Período: Manhã e Tarde
Duração: 15 dias
2. Justificativa: Na idade pré-escolar, as crianças estão passando por uma transição em relação ao seu comportamento, pois estão começando a mesclar um comportamento anteriormente apenas formado por reflexos (proveniente de quando eram bebês), com uma nova fase: a linguagem. Nesta transição a criança sente necessidade de fingir ser alguém, de fantasiar situações. Daí surge toda a simbologia refletida nas brincadeiras de faz-de-conta. Elas vivem num mundo imaginário onde são capazes de pensar e agir imitando situações variadas. Com isto, vemos a importância de se trabalhar o Folclore. Pensamos aqui, no Folclore como um grande quebra-cabeça, um grande brinquedo, em que cada peça é fundamental: as danças, as lendas, as brincadeiras, as par lendas, as adivinhações, as cantigas, as receitas, os brinquedos, etc. Essas são as peças que formam esse jogo chamado cultura brasileira. Quanto mais se brinca com esse jogo mais se conhece a cultura do nosso país, logo ele não poderia ficar fora do espaço pré-escolar.
3. Objetivo: Promover o desenvolvimento integral das crianças, dentro de um ambiente com propostas lúdicas e de cunho educativo, pois a cultura de um povo é um bem precioso que deve ser cultivado. E nosso objetivo é tirar a poeira da palavra Folclore e brincar com as possibilidades que ela oferece.
4. Conteúdos
a) Conceituais: Construir conceitos com as crianças sobre o que é folclore através de experiências vivenciadas por elas.
b) Procedimentais: Permitir que as crianças se apropriem de conhecimentos da cultura humana como novas formas de brincar, cantar, dançar, falar, etc.
c) Atitudinais: Incentivar a valorização e o respeito pelas diferentes formas de viver de diferentes grupos e pessoas.
5. Áreas
a) Formação Pessoal e Social: socialização, respeito, valorização do outro, autonomia, iniciativa.
b) Linguagem Oral e Escrita: fala diálogo, argumentação, parlenda, trava língua, adivinhações, cantigas, escrita, receita, leitura, lendas, textos informativos.
c) Natureza e Sociedade: história dos brinquedos e brincadeiras, diferentes formas de cantar, brincar e contar histórias.
d) Movimento: dança brincadeiras.
e) Música: cantigas.
f) Arte: dramatização de lendas.
g) Matemática: construção de brinquedos (formas, cores, medidas, receitas).
6. Recursos: livros e revistas (fontes de informação), sucata, papéis coloridos, cola, tesoura, Cds com histórias e cantigas, brinquedos, fantasias, máquina fotográfica, filme fotográfico.
7. Avaliação: A observação das formas de expressão das crianças, de seu envolvimento nas atividades e satisfação nas próprias produções será um instrumento de acompanhamento do trabalho que ajudará na avaliação e no replanejamento da ação educativa.
8 Atividade Culminante: Exposição para os pais, do Projeto Brincando com o Folclore, através de fotos, materiais de pesquisa, materiais coletados e confeccionados pelas crianças e apresentações.
Você sabia que...
... A palavra folclore vem do inglês: folk quer dizer povo e lore, saber. Logo, significa “ciência ou sabedoria do povo”. Tudo aquilo que o povo sabe, inventa, aprende, ensina. Portanto, está muito mais perto de nossas vidas do que podemos imaginar. O termo foi criado em 1846 pelo arqueólogo inglês Williams Jonh Thoms... A primeira pessoa a estudar o folclore brasileiro foi o poeta Amadeu Amaral, que morreu em 1929... Além das histórias e seus personagens, o folclore está representado em músicas e danças.
9. Bibliografia: Edith Lacerda, Brinquedoteca Carretel de Folia. Ricardo Azevedo, Histórias Folclóricas de Medo e Quebranto. Ciça Fittipaldi, O Homem que Casou com a Sereia. Revista Guia Prático para Professoras de Educação Infantil / Agosto. Revista Ciência Hoje das Crianças nºs 94 e 106.
Fonte- Meus trabalhos pedagógicos.
Projeto Folclore II
PROPOSTA DE TRABALHO
Justificativa:
Os contos folclóricos fazem parte do patrimônio cultural da humanidade, pois cada povo tem um jeito especial de compreender o que acontece.
Os textos folclóricos procuram explicar fenômenos naturais e forças desconhecidas. Estes textos são lidos e falados por pessoas comuns de todas as raças e religiões e criam mitos, lendas, danças, músicas, hábitos e tradições.
O saber popular mostra-se através dos contos folclóricos, que atravessam gerações.
Folclore é o conjunto de tradições, crenças populares, conhecimentos, lendas, musicas, provérbios, superstições, jogos, poesias, artesanatos, contos, enfim, tudo que faz parte da cultura e memória de um povo.
Objetivos:
-reconhecer a importância cultural do folclore
-valorizar textos folclóricos considerando-os como patrimônio cultural que deve ser preservado
-utilizar linguagem oral e escrita e artística, explorando riquezas dos textos folclóricos
-reconstruir código lingüístico e artístico
-exercitar fantasia e imaginação através de pesquisa e reconstruções
-desenvolver o habito da pesquisa
-observar estrutura e características culturais
-estimular produções artísticas individuais e coletivas
-desenvolver gosto pelas musicas e danças culturais
-estimular raciocínio e atenção
Conteúdo:
v Pré-escola e Infantil:
Músicas folclóricas
v 1ª série:
Brincadeiras folclóricas
v 2ª série:
Adivinhações
v 3ª série:
Parlendas e trava-línguas
v 4ª série:
Receitas folclóricas
v 5ª série:
Folclore Urbano
Lendas Urbanas
Personagens Folclóricos
Cada turma trabalhará seu conteúdo de maneira dinâmica e diferenciada.
Após a realização dos trabalhos previstos farão primeiramente a exposição de idéias para aos colegas das outras turmas, posteriormente todas as turmas confeccionarão um pequeno álbum onde estarão contidos alguns exemplos de cada oficina realizada no decorrer do projeto.
A finalização será no dia 24/08 no horário da saída onde os alunos farão a apresentação das idéias aos pais e convidados.
Fonte: 4shared. com
Projeto folclore, folclore, proposta pedagógica, projetos pedagógicos, atividades sobre folclore.
Gibis podem ser usados em sala de aula? Como?
Galeria
Sim. As histórias em quadrinhos são boas ferramentas de incentivo à leitura, seja lá qual for a idade do leitor. A associação de textos e imagens torna o ato de ler mais atraente e os elementos gráficos (como os balões e as expressões faciais dos personagens) facilitam a compreensão da trama. Como abordam variados temas – aventuras espaciais, convivência entre animais etc. –, permitem que professores de diferentes áreas trabalhem com um amplo leque de informações. Enredos de ficção científica, por exemplo, podem ser o ponto de partida para o debate de assuntos relacionados à disciplina de Ciências. O importante para usá-los corretamente é criar a estratégia adequada, combinando as especificidades do conteúdo, o tema da história e as características dos estudantes (a faixa etária, o nível de conhecimento e a capacidade de compreensão).
Pergunta enviada por Kennedy Xavier Soares, Manaus, AM
Consultoria Alexandre Barbosa, mestre em Ciências da Comunicação, Paulo Ramos, editor do Blog dos Quadrinhos, e Waldomiro Vergueiro, coordenador do Observatório de Histórias em Quadrinhos da Universidade de São Paulo.
Aulas que estão no gibi
Ao criar histórias em quadrinhos, turma de alfabetização aprende a transmitir suas idéias utilizando o desenho e a palavra
Denise Pellegrini (dpellegrini@abril.com.br)
As crianças desenharam seus personagens preferidos,
como o Cascão, e pesquisaram os diferentes tipos de balão:
trabalho para entender as variações da língua
Houve tempo em que levar revista em quadrinhos para a classe valia repreensão e castigo e o aluno ainda se arriscava a perder o gibi. Pois a professora Cynthia Nagy, do Colégio Mopyatã, na capital paulista, fez exatamente o contrário: usou o material preferido de seus alunos da pré-escola para animar suas aulas de Português e Educação Artística. "Enquanto eram alfabetizadas, as crianças aprenderam as características desse tipo de linguagem e, no final do ano, estavam desenhando e escrevendo histórias", relata Cynthia. "As revistas têm a particularidade de unir duas formas de expressão cultural: a literatura e as artes plásticas", analisa a professora.
Waldomiro Vergueiro, coordenador do Núcleo de Pesquisas em História em Quadrinhos da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (USP), endossa as palavras de Cynthia. "Cada vez mais os produtos culturais se entrelaçam", afirma. No caso dos quadrinhos, o resultado é um veículo extremamente atraente para as crianças. "Por isso, considero bastante oportuna sua utilização em sala de aula", completa Waldomiro.
Além disso, a experiência se enquadra tanto nos Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil quanto nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN). Ambos falam da importância do trabalho com diferentes tipos de texto, entre eles os quadrinhos. De acordo com a consultora de Português Maria José Nóbrega, uma das elaboradoras dos PCN de 5ª a 8ª séries, entre as vantagens de utilizar esse recurso na alfabetização está a possibilidade de a turma ler textos só em letras maiúsculas. "Isso permite exercitar a autonomia da leitura recém-conquistada", justifica.
Investigando os balões
A experiência de Cynthia começou com o material de que ela dispunha
No princípio, os pequenos copiavam os desenhos das revistas com papel vegetal e mudavam apenas o texto. "Expliquei que essa foi a técnica utilizada pelos primeiros desenhistas no Brasil", conta Cynthia. Para Maria José, informações históricas como essa são importantes para que a criança conheça bem o gênero de linguagem com que está trabalhando. "Também é interessante mostrar à classe personagens desconhecidos", recomenda. Esse exercício fez parte da rotina das aulas de Cynthia. "Eu e as crianças procurávamos tiras nos jornais e colávamos as melhores num cartaz."
A pesquisa foi uma constante no projeto. Um dos primeiros itens investigados pelos alunos foram os balões. As crianças recortaram das revistas vários tipos, como os de fala, pensamento, sonho, amor, grito, cochicho e uníssono. Em seguida, estudaram o que eles continham. Viram que, além de palavras comuns, traziam onomatopéias ou mesmo um simples desenho. "Tudo o que as crianças descobriam era socializado com os colegas nas discussões em roda", diz Cynthia.
Nesta fábrica, a matéria-prima é a idéia
Artistas mostram aos alunos como se faz um gibi
Ao trabalhar com revistas na sala de aula deixe claro para seus alunos o seguinte: não é necessário fazer desenhos e textos maravilhosos.
"Os quadrinhos têm uma linguagem própria e o mais importante é entender seus códigos", afirma Marcelo Campos, um dos quatro profissionais que cuidam da Fábrica de Quadrinhos, núcleo de produção e ensino dessa técnica localizado
Marcelo
"O desafio é passá-la para o desenho, distribuindo a informação pelo espaço disponível."
Os artistas dão uma aula prática sobre o processo de produção de uma revista. Primeiro, instigam a turma a criar os personagens. Depois, lançam um mote. Enquanto os alunos inventam a história coletivamente, os profissionais esboçam o desenho. "Sempre alertamos a turma para a necessidade de respeitar o perfil que eles mesmos deram aos personagens", diz Marcelo. As palestras, gratuitas na Grande São Paulo, são agendadas de acordo com a disponibilidade da equipe. Confira no quadro ao final da reportagem o telefone para informações.
De frente, de costas e de perfil
Na hora de escolher personagens para suas histórias, a turma ficou com os de Mauricio de Sousa. Em grupo, eles descreveram os principais integrantes da Turma da Mônica. Cynthia passou o que as crianças tinham escrito para cartazes, que eram consultados por todos na hora de criar as tiras. As técnicas de arte vieram em seguida. "Primeiro, eles desenharam os personagens de frente, de costas e de perfil, de acordo com a descrição feita anteriormente. Depois deram movimento às figuras, mostrando o andar, a corrida ou um pulo."
Para estimular o processo de criação, vários exercícios se seguiram. A professora tirava cópias das histórias e apagava balões ou quadros inteiros, que eram refeitos pela turma. Outras vezes, ela distribuía uma história recortada para ser colocada
No quadro-negro, eles tentavam dividir a narrativa em quadros e criar os diálogos. Quando todos se familiarizaram com a tarefa, cada criança criou sua história e fez um esboço, em quatro quadros. "Todas as atividades propostas pela professora deram às crianças competência para produzir seus roteiros", avalia Maria José.
O projeto, apesar de não ter sido o único em Português, teve grande influência na alfabetização da turma. "No final do ano, apenas dois alunos não estavam alfabetizados", festeja Cynthia. Os erros dos textos, ainda freqüentes, não foram corrigidos por ela. "A escrita só era melhorada até o ponto em que a criança tinha condições de chegar", explica Regina Scarpa, coordenadora pedagógica do Colégio Mopyatã.
As melhores tiras, escolhidas em votação, foram publicadas no jornal bimestral da escola. As demais formaram um almanaque. Essa foi uma ótima forma de concluir o trabalho, na opinião de Maria José. "É importante que as crianças vejam suas criações publicadas em veículos típicos do gênero."
Três jeitos de contar uma história
Alunos conferem diferenças entre os quadrinhos, o livro e o teatro
Assim que terminavam suas tarefas, os alunos da professora Silvana Vívolo, do Colégio Montessori Santa Terezinha,
A narrativa foi transformada em quadrinhos, com a ajuda do programa Oficina do Livro (Iona, 47,20 reais na Dudes Shop, http://www.uol.com.br/dudes/info.htm). "Recomendei que evitassem as falas de narrador e tornassem os diálogos curtos como os dos gibis", explica Silvana.
Antes que fosse ao laboratório de informática, porém, a professora levou a classe para ver uma peça de teatro baseada no mesmo livro. De acordo com Waldomiro Vergueiro, da USP, é importante oferecer aos alunos o contato com várias linguagens. "Eles percebem que uma mesma mensagem pode ser transmitida de diferentes maneiras e que não há uma mais nobre que a outra", conclui.
''Eu já sei ler gibi!''
Esse gênero literário colorido, ilustrado e cheio de recursos gráficos estimula as turmas de pré-escola a tomar gosto pela leitura
Adriana Toledo (novaescola@atleitor.com.br)
Foi-se o tempo em que os gibis eram proibidos na sala de aula e as crianças tinham de escondê-los sob a carteira. Os quadrinhos são uma excelente opção para incentivar a leitura em quem está entrando no mundo das letras. A começar pelos personagens, que, por si só, são atraentes para a garotada. “Eles despertam interesse por serem bem conhecidos”, explica o psicólogo José Moysés Alves, da Universidade Federal do Pará.
Galeria
“Afinal, estão presentes em brinquedos, jogos, roupas, embalagens, peças de teatro e desenhos na televisão. Sem contar que os protagonistas passam por situações parecidas com as de seus leitores: vão à escola e ao parque, têm pesadelos e medo de dentista. Isso promove a identidade e a familiaridade entre eles.”
Mas o grande trunfo são os recursos gráficos. As imagens aparecem associadas a textos coloquiais e permitem que a criança antecipe o enredo e atribua sentido à história, mesmo sem saber ler. Para Beatriz Gouveia, coordenadora do programa Além das Letras, do Instituto Avisa Lá,
O mesmo vale para os balões. Só de olhar é possível saber se um personagem está pensando, gritando ou conversando. “Com essas informações, fica fácil entender a trama”, afirma Silvana Augusto, selecionadora do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10. Ela lembra que as publicações são baratas e acessíveis, o que permite a compra de vários exemplares da mesma edição para distribuir na sala. Com isso, as crianças podem acompanhar a leitura em voz alta pelo professor.
Quadrinhos e fantoches
Para explorar essas características, o professor Marcelo Campos, da EMEI Sonho de Criança, em Pompéia, no interior de São Paulo, criou o projeto Semeando o Prazer de Ler com as Histórias em Quadrinhos – vencedor do Prêmio Professores do Brasil (dado pelas fundações Orsa e Bunge, com o apoio do Ministério da Educação). Ele fez uma pesquisa e descobriu que 70% das crianças não vivenciavam situações de leitura
Marcelo começou perguntando quais eram as histórias e os personagens mais conhecidos. Com esses dados, confeccionou fantoches dos mais populares e, nas encenações, falava um pouco das características físicas e psicológicas de cada um. Ao apresentar a Mônica, por exemplo, ele chamou a atenção para o fato de ela só usar roupas vermelhas e sempre se irritar com o Cebolinha. Foi a forma que ele encontrou de antecipar informações e facilitar a compreensão do enredo.
Como a escola não tinha as revistinhas, Marcelo mobilizou a comunidade para montar a gibiteca, espalhando cartazes pela vizinhança e pedindo ajuda aos pais. Em pouco tempo, cerca de 300 gibis já estavam catalogados na escola.
As crianças podiam levá-los para casa duas vezes por semana e tinham de devolver no dia combinado e cuidar do material. Isso permitiu que todas manuseassem as histórias, criando as noções de como se comporta um leitor de quadrinhos. Na etapa seguinte, Marcelo organizou uma leitura coletiva. Com a ajuda de um retroprojetor, ele reproduziu algumas histórias em transparências para a turma perceber detalhes da paisagem e dos personagens. No fim de cada projeção, Marcelo lia o texto na íntegra para todos entenderem a ordem seqüencial.
Compartilhar os gibis
Para encerrar o trabalho, o professor organizou uma verdadeira gibiteca itinerante. Uma carroceria de caminhão cedida pela prefeitura foi adaptada para transportar as crianças e o acervo e virou o Trenzinho da Leitura. Seu objetivo? Disseminar o prazer de ler. Uma vez por semana, a turma visita outras unidades educacionais do bairro para apresentar os personagens e falar sobre as histórias, formar rodas de leitura com crianças de todas as idades e emprestar as revistinhas. O saldo do projeto foi animador: todos se tornaram loucos por gibis, procurando- os espontaneamente. E tudo isso antes mesmo de estarem alfabetizados.
Atividades Seqüência didática
Conteúdos
• Leitura e manuseio de histórias em quadrinhos.
• Valorização da leitura como fonte de prazer e cultura na escola e na comunidade.
• Envolvimento de crianças, pais e comunidade em situações de leitura. ANO Pré-escola. Tempo estimado Dois meses. objetivos
• Estimular nas crianças o prazer de ler antes da alfabetização.
• Aproximar a escola e a comunidade por meio da leitura.
• Formar leitores competentes. Material necessário Gibis variados, com o máximo possível de exemplares repetidos, cartolina, tesoura, transparências e retroprojetor.
Desenvolvimento
1ª etapa Reúna as crianças e pergunte quais personagens elas conhecem. Discuta as principais características de cada um e apresente algumas informações comportamentais e físicas. Depois dessa conversa inicial, mande um bilhete aos pais ou fale com eles sobre a importância do projeto. Aproveite para convidá-los a participar. Uma das maneiras é pedir a doação de gibis. Outra é perguntar sobre a possibilidade de eles comparecerem durante uma hora na escola, no decorrer do projeto, para ler para a turma ou participar como ouvintes das rodas de leitura. Ao receber as doações, catalogue e organize-as por título para ficar mais fácil encontrar o desejado. Assim estará montada a gibiteca. Para animar a garotada e controlar os mpréstimos, faça carteirinhas de sócios para todos (que tal colocar uma foto também?).
Anote as datas de retirada e de devolução. Aproveite os momentos de organização do acervo para ensinar a manusear o material corretamente: as páginas devem ser viradas com cuidado e com as mãos limpas para não rasgar nem amassar. Explique que é preciso se comprometer a devolver o gibi na data estipulada para que outros colegas possam ler depois.
2ª etapa Prepare transparências com algumas seqüências e apresente as histórias com a ajuda de um retroprojetor. Faça uma máscara de cartolina para cobrir os quadrinhos, pois o ideal é mostrá-los um a um. Dessa maneira, todos vão fazer uma observação minuciosa das expressões fisionômicas dos personagens e dos detalhes das cenas. Chame a atenção para o formato dos balões e as onomatopéias. Depois de analisar cada um, pergunte: “O que será que vem no próximo?”, para estimular as crianças a antecipar o enredo. Depois, leia o texto completo para a turma entender a seqüência.
3ª etapa Para a leitura compartilhada, distribua exemplares do mesmo gibi para que todos possam acompanhar a história individualmente, em duplas ou trios. Depois que a turma tiver um bom repertório, escolha uma das histórias, recorte os quadrinhos e embaralhe-os. Organize a sala em grupos e distribua um montinho com uma seqüência completa para cada um. O desafio é remontar na ordem correta.
4ª etapa Repita os momentos de leitura várias vezes durante a semana – o ideal é fazer disso uma atividade permanente durante o ano. É hora de chamar os pais que se dispuseram no início a participar do projeto para comparecer à sala. Eles podem ser leitores ou simplesmente ouvir as histórias na roda. Cuide para que esses momentos sejam bem descontraídos. Uma idéia é levar os pequenos para ler no parque. Outra, espalhar colchonetes e deixá-los curtir os quadrinhos à vontade. Avaliação Para saber se os objetivos foram alcançados, observe se depois dessas atividades as crianças buscam espontaneamente a leitura de gibis e com que freqüência, se comentam as histórias preferidas e se adquiriram o hábito de levá-los emprestados para casa. Consultoria Marcelo Campos Pereira, professor da EMEI Sonho de Criança, em Pompéia, SP.
Atividades com História em Quadrinhos
Utilizando o primeiro quadro da história da Mônica, você poderá criar várias atividades em sua sala de aula. Veja algumas sugestões:
- Atividade coletiva: produção da sequência da história. Nomes dos personagens que farão parte, as falas de cada um... o registro escrito do roteiro com o desenvolvimento e o final da historia;
- Atividade individual onde os alunos irão desenhar o quadrinho seguinte da história;
- Observando atentamente o primeiro quadro, escreva em duplas, qual será a sequência e o final desta história.
- Trabalhando a oralidade, perguntar: Qual o nome do personagem? Por que o autor usou este título? Quais os outros personagens que poderiam participar desta história? Por que? O que irá acontecer na sequência? E qual será o final? Você já comeu flan? E flan de quiabo? Você gosta de quiabo?
ATIVIDADE COM HISTÓRIA EM QUADRINHOS
1- Cebolinha ao falar "cruzar os sete mares" quis dizer:
(A) viajar por todos os mares
(B) jogar batalha naval
(C) derrotar os sete mares
(D) guerrear com os sete piratas dos mares
2- Por que Cebolinha aparece com o olho roxo no último quadrinho?
(A) porque caiu do seu barquinho
(B) porque foi atingido por um monstro marinho
(C) porque machucou-se com sua espada
(D) porque Mônica bateu nele
3- Cebolinha brincava de pirata usando:
(A) uma prancha de madeira
(B) uma tina de madeira
(C) uma banheira velha
(D) uma piscina inflável
4- No antepenúltimo quadrinho, Cebolinha diz: "Er... Oi Cascão! Posso blincar de bonequinhos com você?" . A frase destacada representa que Cebolinha estava:
(A) sem graça porque queria brincar com Cascão
(B) alegre por ver Cascão
(C) nervoso porque apanhou da Mônica
(D) entusiasmado em brincar com Cascão
FONTE: SARESP 2003 - LEITURA E ESCRITA - 4ª SÉRIE
Postado por Priscila às 18:16



































