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LEMBRANCIHA DIA DO CIRCO COM PALITOS DE PICOLÉ.
PASSO A PASSO PALHACINHO !!!
Materiais necessários:
1 cone (daqueles de lã ou linha);
um círculo de tecido de mais ou menos 30 cm de diâmetro (eu aproveitei a malha de uma camiseta velha);
1 palito de churrasco de bambu (porque é mais resistente do que o outro e geralmente também é mais comprido);
folha de revista;
fita crepe; durex ou fita isolante colorida;
liguinha de borracha;
enchimento de algodão ou acrílico;
lã;
caneta de tecido;
tesoura e cola quente.
1- Encape ou pinte o cone;
2- Faça uma bolinha de papel de revista e grude na ponta no palito, prendendo bem com fita crepe;
3- Encape o palito com fita isolante ou durex. Você também pode pintar o palito;
4- Coloque a bolinha de revista com o palito sobre o enchimento e bem no centro do tecido;
7- Desenhe carinhas divertidas com caneta de tecido;
10- Dois pompons são o suficiente
11- Cole um pompom de cada lado da cabeça;
Circo - História
Aniversário de palhaço
Faísca era um palhaço muito engraçado que vivia em um circo da cidade.
Ele fazia muitas palhaçadas para divertir a criançada: virava cambalhota, equilibrava argolas e sabia mágicas também.
Ele tinha muitos amigos, além do público, é claro. O engolidor de espadas, o mágico, o domador de leões, a bailarina, o homem do algodão-doce, o pipoqueiro. Todos gostavam do palhaço Faísca e de suas palhaçadas.
Quando o domingo chegou, o mágico trouxe a boa notícia: era dia de aniversário no circo. Era o aniversário do palhaço Faísca! Todos ficaram animados e começaram a combinar uma festa-surpresa para ele.
Então ficou acertado que durante o espetáculo daquela tarde eles iriam comemorar. Quando Faísca entrou no picadeiro, a criançada logo começou a gritar:
-- Palhaço Faísca pula, rola e pisca! Palhaço Faísca pula, rola e pisca!
E o palhaço começou seu show: subiu feito foguete na tromba do elefante, pulou na tina de água, rolou na bacia de farinha e engoliu uma régua inteirinha! Virou cambalhota no ar, rodopiou no meio do picadeiro, dançou rock de guarda-chuva e assustou o pipoqueiro. Soltou fogo pela boca, imitando um dragão, equilibrou 20 pratos, 15 copos e 2 maçãs com uma só mão!
A garotada ria a valer. Faísca era muito legal. Faísca era sensacional!
De repente, os tambores começaram a rufar. A garotada se calou. O que iria acontecer?
Foi aí que o domador de leões, a bailarina, o mágico, o engolidor de espadas, o homem do algodão doce e pipoqueiro entraram no picadeiro com seus presentes. Atrás deles, via-se um enorme bolo de chocolate com velas acesas.
E quando a turma começou a cantar "Parabéns a você", Faísca começou a chorar de emoção. Chorou tanto que suas lágrimas de palhaço inundaram o picadeiro. Daí, os balões coloridos começaram a cair sobre o público. Eram verdes, azuis, amarelos e vermelhos. Faísca não perdeu tempo com o choro e resolveu fazer palhaçada: com um grande alfinete começou a estourá-los. Foi uma farra geral.
Que aniversário sensacional!
Flávia Muniz
Fonte: Jogos e brincadeiras.
Dia do Circo - Informativo.
Considerado por todos que o assistiram como um grande palhaço, se destacava pela enorme criatividade cômica e pela habilidade como ginasta e equilibrista. Seus contemporâneos diziam que ele era o pai de todos os que, de cara pintada e colarinho alto, sabiam fazer o povo rir.
No Brasil, a história do circo está muito ligada à trajetória dos ciganos em nossa terra, uma vez que, na Europa do século dezoito, eles eram perseguidos. Aqui, andando de cidade em cidade e mais à vontade em suas tendas, aproveitavam as festas religiosas para exibirem sua destreza com os cavalos e seu talento ilusionista.
Procuravam adaptar suas apresentações ao gosto do público de cada localidade e o que não agradava era imediatamente tirado do programa.
Mas o circo com suas características itinerantes aparece no Brasil no final do século XIX. Instalando-se nas periferias das cidades, visava às classes populares e tinha no palhaço o seu principal personagem. Do sucesso dessa figura dependia, geralmente, o sucesso do circo.
O palhaço brasileiro, por sua vez, adquiriu características próprias. Ao contrário do europeu, que se comunicava mais pela mímica, o brasileiro era falante, malandro, conquistador e possuía dons musicais: cantava ou tocava instrumentos.
Carequinha, "o palhaço mais conhecido do Brasil" - ele mesmo se intitula assim - diz que os melhores palhaços que ele conheceu na vida foram Piolin, Arrelia e Chicarrão. Essa notoriedade de George Savalla Gomes, seu verdadeiro nome, se deve muito à TV. Comandou programas de televisão, gravou vários discos, e soube tirar dessa mídia o melhor proveito. A TV, para ele, não acabou nem vai acabar nunca com o circo. Segundo Carequinha, o circo é imortal.
Carequinha
Denominado o "Rei dos Palhaços", o senhor Abelardo Pinto morreu em 1973 e era conhecido no meio circense e no Brasil como o palhaço Piolin (era magro feito um barbante e daí a origem do apelido). Como Carequinha, Piolin trabalhou em circo desde sempre. Admirado pela intelectualidade brasileira, participou ativamente de vários movimentos artísticos, entre eles, a Semana de Arte Moderna de 1922.
Frase dita por Piolin, pouco antes de morrer
Fonte:IBGE teen.
















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