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MORAL DA HISTÓRIA EM LIBRAS / MATERIAL MUITO BOM, CONFIRA!!!
LIÇÃO DO RATO - VALE A PENA LER!!!
Lição do Rato.
Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.
Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há ratoeira na casa, ratoeira na casa !!
A galinha:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e:
- Há ratoeira na casa, ratoeira !
- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca e:
- Há ratoeira na casa,
- O que ? Ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.
Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciaro ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Moral da História:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.
O problema de um, é problema de todos!
" Nós aprendemos a voar como os pássaros,
a nadar como os peixes, mas ainda não aprendemos
a conviver como irmãos "
Fábula para apresentação = A fábula das três árvores.
A FÁBULA DAS TRÊS ÁRVORES
A tradicional fábula das três árvores é recontada, na forma de esquete teatral. Falando de sonhos e frustrações.
As três árvores ganham sentimentos, vozes e expõem seus sentimentos, um narrador faz as ligações...
NARRADOR: Havia, no alto de uma montanha, três pequenas árvores que brincavam de sonhar o que seriam quando fossem grandes. A primeira arvorezinha, olhando para as estrelas que brilhavam sobre ela como diamantes, disse:
PRIMEIRA ÁRVORE: - Eu quero guardar em mim um tesouro. Quero ser revestida de ouro e ficar cheinha de pedras preciosas. Quero ser o baú mais lindo do mundo.
NARRADOR:A segunda arvorezinha olhou para frente e, vendo um córrego que deslizava para o oceano, desejou coisas grandiosas:
SEGUNDA ÁRVORE: - Quero navegar por mares imensos e transportar reis e rainhas. Quero ser o navio mais forte do mundo!
NARRADOR: A terceira arvorezinha olhou para baixo, para um vale, onde homens e mulheres trabalhavam atarefadamente e disse:
TERCEIRA ÁRVORE: - Eu quero ficar no alto desta montanha. Quero ser a árvore mais alta do mundo! Quero crescer tanto que todas as pessoas, que olharem para mim, levantarão os olhos para o céu e pensarão em Deus.
NARRADOR: Passaram-se anos. Entre chuvas, ventos e muito sol, as arvorezinhas ficaram grandes. Certo dia, três lenhadores, com olhos nada ecológicos, subiram a montanha com seus machados.
O primeiro lenhador olhou para a primeira árvore e exclamou:
1. LENHADOR: - Que linda árvore!
NARRADOR: Com um golpe de seu machado reluzente derrubou a árvore mais linda da montanha.
1 - ÁRVORE: - Agora vou realizar meu sonho. Serei transformada num lindo baú e guardarei, em mim, maravilhoso tesouro.
NARRADOR: O segundo lenhador olhou para a segunda árvore e disse:
2. LENHADOR: - Esta árvore é forte. É perfeita para os meus planos.
NARRADOR: Com um golpe de seu reluzente machado, derrubou a árvore mais forte da montanha.
2. ÁRVORE: - Agora vou navegar por imensas águas, transformada num luxuoso navio, para transportar reis e rainhas.
NARRADOR: A terceira, agora sozinha, sentiu um aperto no coração quando o último lenhador olhou para ela. Estava em pé e apontava para o céu. Mas o lenhador nem olhou para cima.
3. LENHADOR: - Qualquer tipo de árvore serve para mim!
NARRADOR: Com um golpe de seu reluzente machado, derrubou a árvore mais alta da montanha.
A primeira árvore pulou de alegria quando o carpinteiro a arrastou para a oficina. Estava pronta para ser aquilo que sempre sonhou ser. Mas o rude carpinteiro rapidamente a transformou em cocho para animais. A árvore, que sonhava-se revestida de ouro e repleta de tesouros, ficou coberta de serragem e cheia de feno.
A segunda árvore sorriu quando o lenhador a levou para o estaleiro. Esperou, mas nenhum veleiro foi construído naquele dia. Para sua tristeza, foi serrada em tábuas e virou um simples barco de pesca. Fraco e pequeno demais para navegar em mares, o barco foi levado para um pequeno lago. Todo santo dia voltava trazendo cargas de peixe cheirando à maresia.
A terceira árvore ficou confusa quando o lenhador a cortou em grossas vigas e a colocou num depósito.
3. ÁRVORE: - O que aconteceu? Tudo o que sempre quis foi ficar no alto da montanha e apontar para Deus. Por que, agora, esse depósito escuro?
NARRADOR: Dias e noites sem conta se passaram. As três árvores esqueceram completamente seus sonhos. Mas, certa noite, uma estrela derramou sua luz sobre a primeira árvore quando uma jovem mulher colocou seu bebê no cocho.
JOSÉ: - Gostaria de poder fazer um berço para ele.
NARRADOR: A mãe apertou a mão dele e sorriu, enquanto a luz da estrela brilhava sobre a madeira lisa e robusta.
MARIA: - Essa manjedoura é linda!
NARRADOR: E, de repente, a primeira árvore se apercebeu de que estava contendo o maior tesouro do mundo.
Num fim de tarde, um viajante cansado e seus amigos entraram no barco de pesca. O viajante adormeceu, enquanto a segunda árvore navegava silenciosamente lago adentro.
Sobreveio uma tempestade com trovões e relâmpagos. O pequeno barco estremeceu. Ele sabia que não teria forças para transportar, com segurança, tantos passageiros vencendo a fúria do vento e da chuva.
O homem cansado acordou. Levantou-se, ergueu sua mão e disse “Paz!” A tempestade parou tão rapidamente como começou.
E, de repente, a segunda árvore se apercebeu de que estava transportando o rei do céu e da terra.
Na manhã de uma sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram puxadas da esquecida pilha de lenha. Assustou-se quando foi carregada através de uma multidão enfurecida e gozadora. Estremeceu quando soldados pregaram as mãos de um homem em seu lenho. Neste momento sentiu-se feia, agressiva e cruel.
Mas, na manhã de domingo, quando o sol nascia e a terra vibrava com tanta luz, a terceira árvore percebeu que o amor de Deus havia mudado as coisas.
A primeira árvore ficou ainda mais linda.
A segunda árvore ficou ainda mais forte.
A terceira árvore ficou ainda mais contente, porque todas as pessoas que se lembrassem dela pensariam em Deus. Esta mudança, sem dúvida, foi mil vezes melhor do que ser apenas a árvore mais alta do mundo.

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Uma leiteira ia a caminho do mercado. Na cabeça, levava um grande balde de leite. Enquanto andava, ia pensando no dinheiro que ganharia com a venda do leite:
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- Comprarei umas galinhas. As galinhas botarão ovos todos os dias. Venderei os ovos a bom preço. Com o dinheiro dos ovos, comprarei uma saia e um chapéu novos. De que cor?
Verde, tudo verde, que é a cor que me assenta bem. Irei ao mercado de vestido novo. Os rapazes me admirarão, me acompanharão, me dirão galanteios, e eu sacudirei a cabeça ... assim! . . .

E sacudiu a cabeça. O balde caiu no chão e o leite todo espalhou-se. A leiteira voltou com o balde vazio.




Fonte-Contando Historia.
Fábula de La Fontaine – O conselho dos ratos.

Há muito, muito tempo, os Ratos reuniram-se em assembleia para decidirem em conjunto o que fazer em relação ao seu inimigo comum: o Gato.
Depois de muito conversarem, um jovem rato levantou-se e apresentou a sua proposta:
- Estamos todos de acordo: o perigo está na forma silenciosa como o inimigo se aproxima de nós. Se conseguíssemos ouvi-lo, podíamos escapar facilmente. Por isso, proponho que lhe coloquemos um guizo no pescoço.
A assembleia recebeu estas palavras com entusiasmo. Foi então que um Rato Velho se levantou e perguntou:
- E quem é que vai colocar o guizo no pescoço do Gato?
Os ratos começaram a olhar uns para os outros, e não houve nenhum que se oferecesse para levar a cabo semelhante tarefa.
Então o Rato Velho terminou, dizendo:
Propor uma solução é fácil, o difícil é pô-la em prática.
Fábula de La Fontaine – O lobo e o cão.
Certo dia, um Lobo só pele e osso encontrou um cão gordo, forte e com o pêlo muito lustroso. Via-se bem que não passava fome. O Lobo, admirado, quis saber onde é que ele conseguia obter tanta comida.
- Se me seguires, ficarás tão forte como eu - respondeu o cão. - O homem dar-te-á restos saborosos.
- Mas o que preciso de fazer em troca? - quis saber o Lobo.
- Muito pouco, na verdade - respondeu o Cão. - Uivar aos intrusos, agradar ao dono e adular os seus amigos. Só por isto receberás carne e outras iguarias muito bem cozinhadas. De vez em quando, receberás também festas no dorso.
O Lobo ficou encantado com a ideia e meteram-se ambos ao caminho. A dada altura, o Lobo reparou que o cão tinha o pescoço esfolado.
- O que tens no pescoço? - perguntou.
- Nada de grave. É da argola com que me prendem - explicou o Cão.
- Preso? Então não podes correr quando queres? - exclamou o Lobo. - Esse é um preço demasiado elevado: não troco a minha liberdade por toda a comida do mundo.
Dito isto, desatou a correr o mais depressa que pode para bem longe dali.
Moral da história:
A tua liberdade não tem preço.




