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Os nove jeitos mais comuns de avaliar.

Prova objetiva 
Definição    Série de perguntas diretas, para respostas curtas, com apenas uma solução possível
 Função 
Avaliar quanto o aluno apreendeu sobre dados singulares e específicos do conteúdo 
Vantagens    É familiar às crianças, simples de preparar e de responder e pode abranger grande parte do exposto em sala de aula
Atenção    Pode ser respondida ao acaso ou de memória e sua análise não permite constatar quanto o aluno adquiriu de conhecimento
Planejamento    Selecione os conteúdos para elaborar as questões e faça as chaves de correção; elabore as instruções sobre a maneira adequada de responder às perguntas 
Análise    Defina o valor de cada questão e multiplique-o pelo número de respostas corretas
Como utilizar as informações    Liste os conteúdos que os alunos precisam memorizar; ensine estratégias que facilitem associações, como listas agrupadas por idéias, relações com elementos gráficos e ligações com conteúdos já assimilados.

 Prova dissertativa
 Definição    Série de perguntas que exijam capacidade de estabelecer relações, resumir, analisar e julgar
Função    Verificar a capacidade de analisar o problema central, abstrair fatos, formular idéias e redigi-las
Vantagens    O aluno tem liberdade para expor os pensamentos, mostrando habilidades de organização, interpretação e expressão
Atenção    Não mede o domínio do conhecimento, cobre amostra pequena do conteúdo e não permite amostragem
Planejamento    Elabore poucas questões e dê tempo suficiente para que os alunos possam pensar e sistematizar seus pensamentos
Análise    Defina o valor de cada pergunta e atribua pesos a clareza das idéias, para a capacidade de argumentação e conclusão e a apresentação da prova
Como utilizar as informações    Se o desempenho não for satisfatório, crie experiências e motivações que permitam ao aluno chegar à formação dos conceitos mais importantes

Seminário
Definição    Exposição oral para um público leigo, utilizando a fala e materiais de apoio adequados ao assunto
Função    Possibilitar a transmissão verbal das informações pesquisadas de forma eficaz
Vantagens    Contribui para a aprendizagem do ouvinte e do expositor, exige pesquisa, planejamento e organização das informações; desenvolve a oralidade em público
Atenção    Conheça as características pessoais de cada aluno para evitar comparações na apresentação de um tímido ou outro desinibido
Planejamento    Ajude na delimitação do tema, forneça bibliografia e fontes de pesquisa, esclareça os procedimentos apropriados de apresentação; defina a duração e a data da apresentação; solicite relatório individual de todos os alunos
Análise    Atribua pesos à abertura, ao desenvolvimento do tema, aos materiais utilizados e à conclusão. Estimule a classe a fazer perguntas e emitir opiniões
Como utilizar as informações    Caso a apresentação não tenha sido satisfatória, planeje atividades específicas que possam auxiliar no desenvolvimento dos objetivos não atingidos.

 Trabalho em grupo
Definição    Atividades de natureza diversa (escrita, oral, gráfica, corporal etc) realizadas coletivamente
Função    Desenvolver o espírito colaborativo e a socialização
Vantagens    Possibilita o trabalho organizado em classes numerosas e a abrangência de diversos conteúdos em caso de escassez de tempo
Atenção    Conheça as características pessoais de cada aluno para evitar comparações na apresentação de um tímido ou outro desinibido
Planejamento    Proponha uma série de atividades relacionadas ao conteúdo a ser trabalhado, forneça fontes de pesquisa, ensine os procedimentos necessários e indique os materiais básicos para a consecução dos objetivos
Análise    Observe se houve participação de todos e colaboração entre os colegas, atribua valores às diversas etapas do processo e ao produto final
Como utilizar as informações    Em caso de haver problemas de socialização, organize jogos e atividades em que a colaboração seja o elemento principal

Debate
Definição    Discussão em que os alunos expõem seus pontos de vista a respeito de assunto polêmico
Função    Aprender a defender uma opinião fundamentando-a em argumentos convincentes
Vantagens    Desenvolve a habilidade de argumentação e a oralidade; faz com que o aluno aprenda a escutar com um propósito
atenção    Como mediador, dê chance de participação a todos e não tente apontar vencedores, pois em um debate deve-se priorizar o fluxo de informações entre as pessoas
Planejamento    Defina o tema, oriente a pesquisa prévia, combine com os alunos o tempo, as regras e os procedimentos; mostre exemplos de bons debates. No final, peça relatórios que contenham os pontos discutidos. Se possível, filme a discussão para análise posterior
Análise    Estabeleça pesos para a pertinência da intervenção, a adequação do uso da palavra e a obediência às regras combinadas
Como utilizar as informações    Crie outros debates em grupos menores; analise o filme e aponte as deficiências e os momentos positivos

Relatório individual
Definição    Texto produzido pelo aluno depois de atividades práticas ou projetos temáticos
Função    Averiguar se o aluno adquiriu conhecimento e se conhece estruturas de texto
Vantagens    É possível avaliar o real nível de apreensão de conteúdos depois de atividades coletivas ou individuais
Atenção    Evite julgar a opinião do aluno
Planejamento    Defina o tema e oriente a turma sobre a estrutura apropriada (introdução, desenvolvimento, conclusão e outros itens que julgar necessários, dependendo da extensão do trabalho); o melhor modo de apresentação e o tamanho aproximado
Análise    Estabeleça pesos para cada item que for avaliado (estrutura do texto, gramática, apresentação)
Como utilizar as informações    Só se aprende a escrever escrevendo. Caso algum aluno apresente dificuldade em itens essenciais, crie atividades específicas, indique bons livros e solicite mais trabalhos escritos

Auto-avaliação
Definição    Análise oral ou por escrito, em formato livre, que o aluno faz do próprio processo de aprendizagem
Função    Fazer o aluno adquirir capacidade de analisar suas aptidões e atitudes, pontos fortes e fracos
Vantagens    O aluno torna-se sujeito do processo de aprendizagem, adquire responsabilidade sobre ele, aprende a enfrentar limitações e a aperfeiçoar potencialidades
Atenção    O aluno só se abrirá se sentir que há um clima de confiança entre o professor e ele e que esse instrumento será usado para ajudá-lo a aprender
Planejamento    Forneça ao aluno um roteiro de auto-avaliação, definindo as áreas sobre as quais você gostaria que ele discorresse; liste habilidades e comportamentos e peça para ele indicar aquelas em que se considera apto e aquelas em que precisa de reforço
Análise    Use esse documento ou depoimento como uma das principais fontes para o planejamento dos próximos conteúdos
como utilizar as informações    Ao tomar conhecimento das necessidades do aluno, sugira atividades individuais ou em grupo para ajudá-lo a superar as dificuldades

Observação
Definição    Análise do desempenho do aluno em fatos do cotidiano escolar ou em situações planejadas
Função    Seguir o desenvolvimento do aluno e ter informações sobre as áreas afetiva, cognitiva e psicomotora
Vantagens    Perceber como o aluno constrói o conhecimento, seguindo de perto todos os passos desse processo
Atenção    Faça anotações no momento em que ocorre o fato; evite generalizações e julgamentos subjetivos; considere somente os dados fundamentais no processo de aprendizagem
Planejamento    Elabore uma ficha organizada (check-list, escalas de classificação) prevendo atitudes, habilidades e competências que serão observadas. Isso vai auxiliar na percepção global da turma e na interpretação dos dados
Análise    Compare as anotações do início do ano com os dados mais recentes para perceber o que o aluno já realiza com autonomia e o que ainda precisa de acompanhamento
Como utilizar as informações    Esse instrumento serve como uma lupa sobre o processo de desenvolvimento do aluno e permite a elaboração de intervenções específicas para cada caso

Conselho de classe
Definição    Reunião liderada pela equipe pedagógica de uma determinada turma
Função    Compartilhar informações sobre a classe e sobre cada aluno para embasar a tomada de decisões
Vantagens    Favorece a integração entre professores, a análise do curriculo e a eficácia dos métodos utilizados; facilita a compreensão dos fatos com a exposição de diversos pontos de vista
Atenção    Faça sempre observações concretas e não rotule o aluno; cuidado para que a reunião não se torne apenas uma confirmação de aprovação ou de reprovação
Planejamento    Conhecendo a pauta de discussão, liste os itens que pretende comentar. Todos os participantes devem ter direito à palavra para enriquecer o diagnóstico dos problemas, suas causas e soluções
Análise    O resultado final deve levar a um consenso da equipe em relação às intervenções necessárias no processo de ensino-aprendizagem considerando as áreas afetiva, cognitiva e psicomotora dos alunos
Como utilizar as informações    O professor deve usar essas reuniões como ferramenta de auto-análise. A equipe deve prever mudanças tanto na prática diária de cada docente como também no currículo e na dinâmica escolar, sempre que necessário

EDMA FERREIRA.

50 IDÉIAS PARA ser um PROFESSOR eficiente.



 Para ser um professor eficiente, não basta ter boa vontade. É preciso estudar muito e sempre, dedicar-se, planejar e pensar em diferentes estratégias e materiais para utilizar nas aulas. Para levar todos a aprender, é essencial ainda considerar as necessidades de cada um e avaliar constantemente os resultados alcançados. Seu desempenho, no entanto, só será realmente bom se você conhecer o que pensam os alunos e considerar que as famílias são parceiras no processo de ensino.
Confira as ações propostas.
1.Adapte o currículo da rede à realidade
Um plano de trabalho anual baseia-se no projeto pedagógico e deve estar de acordo com as necessidades de aprendizagem dos alunos da instituição.
2. "O trabalho em classe depende do que é feito antes e depois dele. Por isso, estude o assunto e pense nas melhores maneiras de ensiná-lo. Crie as condições para a aprendizagem.
3. Administre bem o horário de trabalho.
Distribuir os conteúdos pelo tempo das aulas é complicado. Para determinar as atividades prioritárias, baseie-se na experiência de anos anteriores e na de colegas. Pense na quantidade de horas que você vai dedicar aos estudos, à elaboração das aulas e à correção de tarefas.
4. Antecipe as respostas dos alunos.
Cada problema proposto por você provoca um efeito no grupo. Os alunos podem apresentar respostas e dúvidas variadas e seguir estratégias diversas de resolução. Antes de iniciar a aula, pense em intervenções que colaborem para todos avançarem em relação ao conteúdo tratado.
5. Selecione os recursos para cada atividade
Tudo o que será usado na aula precisa ser preparado com antecedência. Desse modo, todos terão à disposição os recursos mais adequados e úteis para a realização das diferentes tarefas.
6. Reorganize a sala de acordo com a tarefa
A adequação do ambiente é o primeiro passo para um trabalho produtivo. Por isso, deixe-o arrumado de forma compatível com a atividade a ser realizada.
7. Aproveite todo o material disponível
8. Não tranque os livros no armário
Obras de diferentes gêneros que compõem o acervo da escola precisam ficar disponíveis para consulta ou leitura por prazer. Coloque-as em uma sala de fácil acesso ou na própria classe, em prateleiras ou caixas à vista. Isso incentiva o hábito da leitura e o cuidado no manuseio das publicações.
9. Manter os trabalhos dos alunos expostos faz com que aprendam a apreciar e valorizar o que é do outro e acompanhar o que foi feito por todos.
10. Peça ajuda para arrumar os espaços
Ao terminar uma atividade, a responsabilidade por organizar a sala pode ser dividida com toda a turma.
11. Transgrida e mude sua prática
Experimente novos materiais, varie o tipo de atividade e reveja estratégias constantemente.
12. Exponha a rotina diariamente
É essencial mostrar o que você vai ensinar, explicitando os objetivos, o conteúdo tratado, em quanto tempo isso vai se dar e como será a dinâmica.

13. Negocie acordos com a garotada
Apenas exibir o regulamento que deve ser seguido na escola não convence crianças e jovens e, por isso, não funciona. Os famosos combinados também só são bem aceitos quando feitos coletivamente e não impostos por você de maneira disfarçada. Assim todos veem sentido nas regras e passam a adotá-las.

14. Tenha interesse pelas ideias dos estudantes
Ao propor atividades instigantes, em que são levantadas hipóteses, conheça o pensamento de cada um. O que eles dizem sobre aquele assunto? Esse conhecimento é fundamental para conduzir a aula. Em vez de apenas corrigir erros, encaminhe o raciocínio dos alunos para que solucionem o problema.

15. A lição de casa deve ser um momento individual de estudo, descoberta e reflexão.
16. Enriqueça seu trabalho com as parcerias
Se sua escola tem acordos com outras instituições, utilize os recursos disponibilizados por elas da melhor forma possível.
17. Ao formar grupos, junte saberes diversos
Seu papel na divisão da classe para atividades em equipe é fundamental. Considere muito mais do que afinidades e reúna aqueles com conhecimentos diferentes e próximos, que têm a aprender e ensinar. Explique que todos precisam atuar juntos para trocar informações, o que é diferente de cada um fazer uma parte da tarefa e juntar tudo no fim.

18. Acompanhe quem tem mais dificuldade
Não existem turmas homogêneas. Para atender os estudantes com diferentes graus de desenvolvimento, são necessárias estratégias variadas. Pense, com antecedência, em atividades que podem ser mais adequadas e desafiadoras para aqueles que não estão no mesmo nível da maioria.
19. Considere e valorize as competências
20. Valorize sua relação com a criança que tem algum tipo de deficiência para reconhecer suas necessidades: nada substitui o vínculo e o olhar observador.
21. Fique atento à experiência de todos
Em uma sala de aula, cada um tem uma história, vem de uma família diferente e tem uma bagagem de experiências culturais. Valorize essa.
22. Crie um ambiente de aceitação
Seu papel também é garantir que se estabeleçam relações de confiança e respeito. Por isso, torne constantes as propostas que proporcionam a cooperação, a amizade, o respeito às diferenças e o cuidado com o outro.
23. Dê o exemplo e não se omita no dia a dia
Assistir a uma situação em que ocorrem desrespeito ou preconceito sem reagir não condiz com o trabalho docente. Destaque os comportamentos éticos e não deixe que outro tipo de relação faça parte da rotina da escola.
24. Faça sempre o diagnóstico inicial
Antes de ensinar um conteúdo, faça o diagnóstico. Ele é uma ferramenta rica para registrar em que nível cada um está e o que falta para que os objetivos propostos sejam alcançados.
25. Diga ao aluno o que espera dele
Os critérios de avaliação devem estar sempre claros. Só quando o estudante sabe os objetivos de cada atividade e o que você espera, ele passa a se responsabilizar pelo próprio aprendizado.
26. Documente os trabalhos significativos
Registrar as atividades e guardar as produções mais relevantes é importante para analisar o percurso de cada um e o que foi vivido em sala.
27. Avalie o potencial de aprendizagem
Ao desafiar os jovens com questões sobre o que ainda não foi visto em sala, você analisa o percurso que estão construindo e a relação que fazem entre o conhecimento adquirido e informações novas.
28. Compartilhe os erros e os acertos
O principal objetivo das avaliações não deve ser atender à burocracia, ou seja, determinar as notas a ser enviadas à secretaria. A função delas é mostrar a você e à meninada o que foi aprendido e o que ainda falta. Por isso, compartilhe os resultados pontuando os erros e mostrando como podem ser revistos.
29. Na hora de avaliar, note três aspectos: o avanço de todo o grupo, as mudanças de cada estudante e o aprendizado dele em relação à turma.
30. Use a avaliação para mudar o rumo
Propostos durante todo o ano, provas, seminários, relatórios e debates mostram o que a garotada aprendeu ao longo do processo. Essas ferramentas só são úteis quando servem para você redirecionar a prática e oferecer pistas sobre novas estratégias ou como trabalhar conteúdos de ensino. 
31. Reflita sobre sua atuação para melhorar
A autoavaliação é preciosa para ajudar a perceber fragilidades. Todos os dias, ocorrem situações que permitem repensar o trabalho em sala e o contato estabelecido com a equipe e a família dos alunos.
32. Paute as reuniões com os pais
Os assuntos tratados em cada encontro devem ser determinados de acordo com o que está sendo desenvolvido naquele momento com os alunos.
33. Faça parcerias com os responsáveis
A reunião de pais não é o momento de críticas, mas de favorecer a participação e a parceria deles com você. Para isso, diga como a escola vê o processo de aprendizagem e mostre a produção dos alunos.
34. Informe-se sobre os familiares
Durante as reuniões, peça que os pais se apresentem e digam o que fazem.
35. Muitos pais não se manifestam nas reuniões porque não sabem quais são os objetivos da escola. Quando o professor apresenta informações como essas, a participação aumenta.
36. Resolva as questões recorrentes
As reclamações citadas com frequência pelos pais devem, sempre que possível, ser levadas em conta para que sejam solucionadas rapidamente. Dar atenção às falas legitima a participação deles.
37. Olhe para o entorno e participe
Levando em conta as características e as necessidades da comunidade em que está inserida a escola, proponha maneiras de organizar ações com o objetivo de alcançar o bem-estar.
38. Planeje com a ajuda dos colegas
Uma aula só é boa se é bem preparada. Aproveite o horário de trabalho pedagógico coletivo para isso. Você pode compartilhar ideias, articular conteúdos e planejar projetos em conjunto, medidas indispensáveis para construir uma escola de qualidade.
39. Recorra ao coordenador pedagógico
Para pensar as avaliações, dar ideias sobre materiais de uso em sala ou como trabalhar determinado conteúdo, o coordenador pedagógico é um parceiro. Convide-o a observar as aulas e indicar atividades e formas de aprimorar sua relação com o grupo.
40. Discuta sobre o ensino e a aprendizagem
Ao trocar ideias com outros professores, dê menos ênfase às questões de comportamento dos estudantes e mais às relativas à aprendizagem.
41. Priorize as relações profissionais
Uma boa convivência entre os colegas de trabalho deve ser pautada pelo conhecimento, pela colaboração e pela cooperação.
42. Tanto professores mais experientes como profissionais mais jovens podem ser seus parceiros. Respeite as opiniões deles
43. Identifique e supere suas dificuldades
O primeiro passo para buscar mudanças é determinar suas falhas. Invista no que pode ser aperfeiçoado.
44. Mostre seu trabalho em outros lugares
Depois de organizar suas produções, compartilhe-as com os colegas. Conte a eles o desempenho das classes e o resultado das atividades.
45. Aprenda com a prática dos outros
Os cursos de formação são os momentos mais ricos para conhecer educadores. As experiências trazidas por eles podem enriquecer seu repertório, ajudando a lidar com diferentes situações.
46. Continue os estudos para crescer sempre
Faz parte do trabalho docente pesquisar e ficar em dia com o que há de novo na área.
47. Use a tecnologia para ensinar
Muitos jovens devem ter melhor domínio do computador do que você. Procure capacitação para incorporar recursos que aprimorem o ensino da disciplina que você leciona.
48. Assista a palestras sobre sua área
Para conhecer resultados de uma nova pesquisa, se aprofundar em algum assunto e ampliar um saber, assistir a palestras é uma boa opção.
49. O professor é alguém inspirador, seguido pelos alunos. Por isso, seja uma pessoa melhor ao diversificar seus interesses e conhecimentos e observar o mundo.
50. Procure planejar seu futuro
Faça uma ampla pesquisa para acertar nas mudanças, alavancar sua carreira e se tornar um professor melhor.

 fonte: nova escola / 2009

ASSIM NÃO DÁ - IGNORAR A EQUIPE!!!

TODO FUNCIONÁRIO É UM EDUCADOR E NÃO PODE SER TRATADO PELOS GESTORES COMO SE FOSSE INVISÍVEL.
DANIELA ALMEIDA - GESTÃO ESCOLAR ANO III - N. 13 - ABRIL/MAIO.



VOCÊ SABE COMO SE CHAMA A COZINHEIRA QUE PREPARA A MERENDA?
E O RAPAZ QUE RECEBE AS CRIANÇÃS NO PORTÃO?
CONHECER OS FUNCIONÁRIOS PELO NOME TRATÁ-LOS COM RESPEITO É ESSENCIAL PARA UMA BOA GESTÃO DE EQUIPE. É UMA MANEIRA DE VALORIZAR O INDIVÍDUO E DAR O EXEMPLO PARA QUE A CONSIDERAÇÃO PELO OUTRO SEJA A BASE DA CONVIVÊNCIA ESCOLAR. AFINAL, O TRATAMENTO QUE O GESTOR DISPENSA AO GRUPO SERVE DE REFERÊNCIA AOS COLEGAS E ALUNOS.
QUALQUER PROFISSIONAL DA ÁREA ADMINISTRATIVA, DE LIMPEZA, DA COZINHA OU DA SEGURANÇA É UM EDUCADOR E SUA ATUAÇÃO CONTRIBUI PARA A MELHORIA DO TRABALHO PEDAGÓGICO. AO RECEBER BEM OS ALUNOS E OS PAÍS, O PORTEIRO, POR EXEMPLO, CRIA UMA RELAÇÃO MAIS PRÓXIMA COM TODOS E PODE, COM ISSO, TER UM CONTROLE MAIOR DE QUEM CIRCULA POR ALI, GARANTINDO UM AMBIENTE SEGURO AO APRENDIZADO.
ELOGIAR UM SERVIÇO BEM FEITO TAMBÉM É UMA FORMA DE RECONHECER O FUNCIONÁRIO. "CERTA VEZ, UM SEGURANÇA QUE COMEÇOU A TRABALHAR EM UMA UNIVERSIDADE EXIGIU A IDENTIFICAÇÃO DO REITOR PARA DEIXÁ-LO ENTRAR. AO PERCEBER O CONSTRANGIMENTO DO PORTEIRO, O CHEFE FEZ QUESTÃO DE PARABENIZÁ-LO EM PÚBLICO PELA SERIEDADE COM A QUAL EXERCE SEU TRABALHO", CONTA O COORDENADOR DO CURSO DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DA UNIVERSIDADE METODISTA DE SÃO PAULO, LUCIANO VENELLI COSTA. SE O GESTOR FOSSE PREPOTENTE, TERIA SE SENTIDO OFENDIDO E DESTRATADO O PROFISSIONAL.
PARA QUE UM FUNCIONÁRIO EXERÇA SEU PAPEL A CONTENTO, É PRECISO DAR CONDIÇÕES, VALORIZANDO-O E INTEGRANDO-O AO GRUPO. PROMOVER ENCONTROS PERIÓDICOS PARA OUVI-LOS E DISCUTIR QUESTÕES PONTUAIS, ASSIM COMO CONVIDÁ-LOS ÀS REUNIÕES DE EQUIPE, SÃO BOAS INICIATIVAS. SUGERIR AINDA QUE ACOMPANHEM OS ALUNOS NAS EXCURSÕES, ALÉM DE MELHORAR A FORMAÇÃO CULTURAL, FACILITA A INTERAÇÃO. SÓ NÃO VALE CHAMÁ-LOS PARA CONVERSAS EM QUE ELES NÃO PODERÃO COLABORAR. "SE O TEMA NÃO TEM A VER COM O QUE FAZEM, ELES PODEM SE SENTIR DESLOCADOS", ALERTA COSTA.

ARTIGO - NOVAS DIRETRIZES CURRULARES PARA O ENSINO FUNDAMENTAL.

12/12/2010 - 10h42

Conselho de educação aprova novas diretrizes para ensino fundamental

DA AGÊNCIA BRASIL

As novas diretrizes curriculares para o ensino fundamental de nove anos foram aprovadas pelo CNE (Conselho Nacional de Educação). Uma das determinações do órgão é que todos alunos devem ser plenamente alfabetizados até os oito anos. O CNE ainda recomenda que as escolas não reprovem os alunos até o terceiro ano dessa etapa.

O parecer já foi homologado pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, e deve ser publicado na próxima terça-feira no DO (Diário Oficial da União). "Nossa orientação é muito clara: todas as crianças têm direito de aprender e as escolas devem assegurar todos os meios para que o letramento ocorra até os oito anos. Não é uma concepção simplista de que defendemos a aprovação automática", explica o conselheiro César Callegari, relator do processo.

O parecer recomenda que os três primeiros anos do ensino fundamental sejam considerados um bloco único, um ciclo de aprendizagem. Durante esse período, a escola deve acompanhar o desempenho de cada aluno para garantir que ele seja alfabetizado na idade correta. O texto ressalta que cada criança tem um ritmo diferente nesse processo, que, por isso, deve ser contínuo.

"Assim como há crianças que depois de alguns meses estão alfabetizadas, outras requerem de dois a três anos para consolidar suas aprendizagens básicas, o que tem a ver, muito frequentemente, com seu convívio em ambientes em que os usos sociais da leitura e escrita são intensos ou escassos, assim como com o próprio envolvimento da criança com esses usos sociais na família e em outros locais fora da escola", diz o documento.

"A descontinuidade e a retenção de alunos têm significado um grande mal para o país. Sobretudo para crianças nessa fase, não tem cabimento nenhum atribuir à criança a insuficiência da aprendizagem quando a responsabilidade é da escola", defende o conselheiro Callegari.

ATUALIZAÇÃO CURRICULAR

O parecer determina quais são as disciplinas básicas do ensino fundamental, atualizando o currículo após a criação de leis que tornaram obrigatório, por exemplo, o ensino da música. O próximo passo do conselho, segundo Callegari, será determinar "expectativas de aprendizagem" para cada fase, ou seja, o que cada criança brasileira tem o direito de aprender em cada série ou bloco. O MEC (Ministério da Educação) está trabalhando nisso junto com estados, municípios e pesquisadores.

"Isso tem a ver com a subjetividade do direito, as crianças têm direito não só à educação, mas à aprendizagem. Nós temos que dizer com clareza quais são essas expectativas para que todos se comprometam com a sua realização", afirma.

O conselheiro acredita que essa definição vai orientar a organização dos currículos, que, na opinião dele, hoje se pautam por avaliações como a Prova Brasil e o Enem. "É uma inversão completa. São os currículos que devem orientar as avaliações, e não o contrário. Queremos que as escolas e sistemas de ensino construam seus currículos, mas a partir dessas expectativas. Isso é particularmente importante neste momento em que vivemos uma fragilidade na formação inicial dos professores", avalia.




http://www1.folha.uol.com.br/saber/844543-conselho-de-educacao-aprova-novas-diretrizes-para-ensino-fundamental.shtml

Cronograma para um planejamento de 3 dias.

Cronograma para um planejamento de 3 dias
Se a rede prevê menos de cinco dias para que as escolas façam cada uma a sua semana pedagógica, o planejamento desses encontros fica ainda mais importante. Aqui, uma sugestão de cronograma concentrado em três dias de trabalho coletivo.


PRIMEIRO DIA
Manhã: Apresentação, diagnósticos e agendas Após dar as boas vindas a todos e pedir que se apresentem, fale sobre o perfil da comunidade e das famílias atendidas, explique como são combinadas as regras e como funciona a divulgação de informações administrativas. Fale um pouco da rotina e dos novos materiais adquiridos. Depois, distribua cópias do Projeto Político Pedagógico e apresente os diagnósticos internos e externos para iniciar a discussão sobre o que a escola oferece atualmente e qual o objetivo final. Aproveite para mostrar a organização do calendário com todas as reuniões e eventos previstos ao longo do ano e a grade horária das turmas. Defina também horários de formação permanente e apresente a programação da semana pedagógica para que a equipe saiba de quais reuniões participarão e os assuntos que serão abordados.
Tarde: Avaliação de projetos institucionais Os projetos institucionais devem enriquecer o currículo, mobilizar a comunidade e, principalmente, ser coerente com o PPP. Analise o que foi realizado em anos anteriores e as novas propostas do ponto de vista das contribuições pedagógicas. Leve também propostas desenvolvidas em outras instituições ou encontradas em bibliografia especializada que podem complementar as ideias já existentes ou serem adaptadas para a instituição.
SEGUNDO DIA
Manhã: Passagem de turma Com os portfólios e mapas de aprendizado em mãos, o coordenador pedagógico deve organizar a equipe para que os professores que estão assumindo as turmas tenham informações sobre ela com base nos registros e nos depoimentos dos docentes do ano anterior. Para as turmas dos últimos anos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, preveja um orador para falar sobre os avanços em cada área ou disciplina e outra para discorrer sobre o perfil da turma. Enquanto o coordenador orienta os professores, o diretor pode fazer uma reunião apenas com funcionários de apoio e administrativos para reforçar a importância de todos para os objetivos da escola. Escute sugestões de melhorias e monte um calendário de reuniões por área.
Tarde: Plano de ensino Momento de se dedicar à divisão de conteúdos por bimestre/trimestre e ao planejamento de atividades e projetos didáticos. Agrupe os professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental por série e dos anos finais e do Ensino Médio por disciplina. Com base no PPP, no projeto curricular da rede e nas experiências de cada profissional será montado o plano de cada professor. A equipe gestora deverá passar por todos os grupos de trabalho para acompanhar as discussões e garantir que os objetivos da escola estejam contemplados no plano de ensino de todas as áreas. Avise que as propostas fechadas em grupos deverão ser apresentadas a todos no dia seguinte.
TERCEIRO DIA
Manhã: Continuação do plano de ensino Depois de um dia de discussão, os professores precisam de um momento para apresentar os planos elaborados por disciplina ou série para todos. Isso ajuda a construir a unidade do currículo. Contribua e estimule os colegas, mesmo de outras áreas, a comentar e acrescentar sugestões. Combine com os professores um prazo para a entrega final dos planos de ensino e reforce que haverá reuniões de formação o ano todo para tirar dúvidas e colaborar com o aperfeiçoamento das aulas.
Tarde: Encerramento e recepção dos alunos Peça a equipe que avalie os debates dos últimos dias, aponte pontos a melhorar e relembre que o planejamento será monitorado ao longo do ano para ajustes e acompanhamento. Aproveite para refletir sobre a recepção dos estudantes nos próximos dias para que eles se sintam acolhidos e motivados.
Fonte: Nova escola Gestão escolar edição 5.2009.

Educação

Educação


Prefeito nomeia servidores para Semed - Maceió.

O prefeito Cícero Almeida assinou as portarias de nomeação de 84 servidores concursados para a Secretaria Municipal de Educação (Semed). Os atos serão publicados neste sábado, 20, no Diário Oficial do Município. O órgão receberá reforço na área administrativa e no quadro de professores.

De acordo com Almeida, as contratações vão solucionar problemas organizacionais, motivados

pela carência de profissionais

técnicos e especializados nas atividades docentes e nas áreas de suporte a ações pedagógicas.

Estão sendo nomeados biblioteconomistas (4); assistentes sociais (2); merendeiras (8); e auxiliares de sala (21). A Semed também está contratando novos professores nas seguintes áreas: Séries Iniciais (15); Educação Especial (5); Português (3); Inglês (2); Espanhol (2); Matemática (4); Ciências (2); História (1); Geografia (2); Música (1); Educação Física (10); e Ensino Religioso (2).

Os novos servidores da Secretaria Municipal de Educação fizeram o concurso realizado no ano de 2006. A partir da data de publicação das portarias de nomeação no Diário Oficial, eles têm 30 dias para procurar a Secretaria Municipal de Administração, Recursos Humanos e Patrimônio (Semarhp) e tomar posse. A Semarhp fica na Rua Lourenço Moreira da Silva, 373, Ponta Verde.

Fonte: Secom/Maceió

Educação Infantil

Maio 2009

MEC divulga indicadores

de qualidade da

Educação Infantil

Documento traz roteiro para a escola se autoavaliar em conjunto com a comunidade e elaborar um plano de ação

Ricardo Falzetta (rfalzetta@abril.com.br)

O Ministério da Educação acaba de lançar o documento Indicadores da Qualidade na Educação Infantil. Em 64 páginas, especialistas de 31 instituições, entre elas a Fundação Victor Civita, que edita NOVA ESCOLA, prepararam um roteiro para que cada escola, em conjunto com a comunidade, faça a autoavaliação de suas atividades e proponha um plano de ação para melhorar a qualidade do ensino e da aprendizagem.

Os indicadores permitem ao professor e ao gestor escolar observar se as recomendações apresentadas nos Parâmetros Nacionais de Qualidade para a Educação Infantil, publicados em 2006, estão sendo seguidos no cotidiano escolar. O material foi produzido ao longo de um ano, período em que foi revisado após oito seminários regionais e pré-testado em escolas públicas e privadas de nove estados brasileiros.

Fonte - Revista nova escola.

Revista - Gestão.





Fonte: Revista Guia Prático.

Gestão - artigo de revista - Violências nas Escolas.



Fonte: Revista nova escola. Mês de Abril.

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