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ALAGOAS E PERNAMBUCO PRECISAM DE SUA AJUDA!!!

Saiba como ajudar as vítimas das enchentes em Alagoas

Alimentos não-perecíveis, agasalhos e água potável são algumas das doações mais necessárias para as vítimas
por Anna Cláudia Almeida

Solidariedade. Este é o sentimento que deve invadir o coração dos alagoanos após a tragédia que se abateu no Estado devido as fortes chuvas que atingiram e destruíram diversas cidades interioranas. O número de desalojados e desabrigadosjá ultrapassa a casa dos 50 mil, segundo o que foi divulgado pela Defesa Civil.

Dos 21 municípios atingidos pelas enchentes, 15 já tiveram o Estado de Calamidade decretado pelo governador Teotonio Vilela Filho: Satuba, Rio Largo, Viçosa, Murici, Quebrangulo, Santana do Mundaú, Joaquim Gomes, São José da Laje, União dos Palmares, Branquinha, Paulo Jacinto, Atalaia, Cajueiro, Capela e Jacuípe.

A força das águas destruiu casas, estabelecimentos comerciais, pontes, interrompeu o fornecimento de energia elétrica e danificou o sistema de abastecimento de água. Rodovias ficaram interditadas.

Para tentar amenizar a dor das famílias, o governo lançou uma campanha para arrecadar para ajudar as vítimas. A campanha define um conjunto de ações emergenciais para atendimento à população de 17 municípios gravemente atingidos. Alimentos não perecíveis, lençóis, cobertores, fraldas descartáveis e roupas farão toda a diferença neste momento de calamidade.

Veja abaixo os locais onde estão sendo arrecadadas as doações:

- 1º Grupamento de Bombeiros Militar (1º GBM) – Rodovia 316, Km 14, Tabuleiro dos Martins, próximo a PRF, 3315-2900 / 3315-2905.

- Grupamento de Socorros de Emergência (GSE) – Conjunto Senador Rui Palmeira, S/N, 3315-2400.

- Subgrupamento Independente Ambiental (SGIA) – Av. Dr. Antônio Gouveia, S/A, Pajuçara, próximo ao Iate Clube Pajuçara, 3315-9852.

- Quartel do Comando Geral (QCG) – Av. Siqueira Campos, S/N, Trapiche da Barra, 3315-2830.

- Defesa Civil Estadual (CEDEC) - Rua Lanevere Machado n.º 80, Trapiche da Barra, 3315-2822.

- Grupamento de Salvamento Aquático (GSA) – Av. Assis Chateaubriand, S/N, Pontal, próximo a Braskem, 3315-2845.


Interior:

- 2º Grupamento de Bombeiros Militar – Maragogi, (82) 3296-2026 / 3296-2270.

- 6º Grupamento de Bombeiros Militar – Penedo, (82) 3551-7622 / (82) 3551-5358.

- 7º Grupamento de Bombeiros Militar – Arapiraca e Palmeira dos Índios, (82) 3522-2377, (82) 34212695.

- 9° Grupamento de Bombeiros Militar – Santana do Ipanema e Delmiro Gouveia, (82) 3621-1491 / (82) 3621-1223

PERNAMBUCO

Recife:
- Instituto de Assistência Social e Cidadania do Recife (Iasc), localizado na Rua Imperial, 202, no bairro de São José.
- Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS-PE) na Rua Amaro Bezerra nº 489 - Derby - Recife.
- Posto de arrecadação instalado pela Polícia Militar na Quadra Poliesportiva do Quartel do Comando Geral, no Derby.
- Instituto Federal de Pernambuco - Av. Prof Luiz Freire, 500 Cidade Universitária.
- Sede da Guarda Municipal, na rua dos Palmares, 550, em Santo Amaro.
- CTTU, na rua Frei Cassimiro, 91, em Santo Amaro.
- Posto de Permanência da Guarda Municipal, no Terminal Marítimo.

Interior:
- Gravatá - Secretaria de Ação Social, na Rua Francisco Bezerra de Carvalho, no centro

- Barreiros - Posto da Polícia Rodoviária Federal na entrada da cidade.

- Caruaru - Sindicato dos Lojistas do Comércio de Caruaru (Sindloja), na Rua Leão Dourado, nº 51-A, no Bairro São Francisco.

-Barra de Guabiraba: A prefeitura manda buscar os donativos. Colchões, lençóis e alimentos são as maiores necessidades. Basta ligar para 8848.1144 / 9144.6052 / 9144.6053 / 3758.1145 e agendar a coleta.

- Palmares - A Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS-PE) instalou um posto de arrecadação de doações na sede da entidade, na Rua Amaro Bezerra nº 489 - Derby - Recife. Contato: (81) 3423.0604 ou 3423.9907


Para ser voluntário

Em Pernambuco, a Defesa Civil disponibilizou um número de telefone para que interessados em trabalhar voluntariamente no estado façam seu cadastro. O telefone da Defesa Civil é (81) 3181-2481.

O mesmo ocorre na Cruz Vermelha de Alagoas. Para se cadastrar, é preciso ligar para (82) 3325-2430 e informar alguns dados pessoais.

GRIPE H1N1.



As coisas não estão muito legais... Nem por aqui, nem pelo mundo!

Em alguns lugares as aulas estão suspensas, o clima é de preocupação geral e de tristeza para alguns que perderam colegas vitima pela gripe A.

Abaixo, um quadro que mostra as diferenças entre a gripe comum e a gripe A.

Clique para ampliar.Fiquem atentos aos sintomas!

Não se medique sem antes consultar um médico!

( Acho que todos os blogs tem que está divulgando, então copiei do blog da amiga Renata oficina das idéias).




Ensino de 9 anos.

Fundamental de nove anos deve ser assegurado até o fim do ano

Quinta-feira, 16 de abril de 2009 - 15:22

Municípios de 17 estados que ainda não implantaram o ensino fundamental de nove anos têm prazo até dezembro para estruturar os sistemas para assegurar a matrícula de crianças de seis anos em suas redes. Dos 5.563 municípios do país, 868 estão nessa condição. Em 2010, a matrícula de estudantes de seis anos será obrigatória.


Para ajudá-los a vencer as dificuldades, o Ministério da Educação realiza um esforço concentrado, até o mês de junho, para tirar dúvidas dos gestores. As reuniões com esse objetivo começaram em agosto de 2008. Quatro estados concentram o maior número de municípios que ainda não implantaram o ensino fundamental de nove anos. São Paulo aparece em primeiro lugar com 354 municípios, a Bahia (141), o Maranhão (89) e o Pará (92), conforme a tabela.


A coordenadora-geral do ensino fundamental da Secretaria de Educação Básica, Edna Borges, informou que, além dos encontros com técnicos e gestores das secretarias municipais, o MEC preparou um roteiro informativo que aborda o assunto sob três aspectos: oferece 40 perguntas e respostas sobre as dúvidas mais frequentes; a legislação federal do ensino de nove anos; e textos sobre a organização pedagógica da escola para receber a criança de seis anos. O roteiro informativo estará disponível para consulta e reprodução no Portal do MEC a partir desta sexta-feira, 17.


A adoção do ensino fundamental de nove anos está descrita na Lei nº 11.274, de 6 de fevereiro de 2006. A expectativa do ministério é que no próximo ano, quando 100% das redes tiverem implantado o que determina a lei, cerca de 3,2 milhões de alunos de seis anos estarão matriculados no primeiro ano (série). Na avaliação de Edna Borges, o ingresso aos seis anos colabora para melhorar a aprendizagem das crianças e oferece mais tempo aos professores para construir o processo de alfabetização e letramento.


A coordenadora também considera positivo o desempenho da maioria das redes. De 2006 ao início de 2009, sistemas de nove estados e o Distrito Federal incluíram 100% das suas redes, conforme prevê a lei. São 4.695 municípios.


Reforço – Para apoiar as atividades dos professores das séries de alfabetização, o MEC enviará aos sistemas de ensino públicos, até o início das aulas de 2010, uma publicação que orienta como trabalhar a linguagem e a escrita com alunos de seis anos. O material foi encomendado ao Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais. Os conteúdos, segundo Edna Borges, foram produzidos por especialistas em alfabetização de crianças. O material aborda temas como o letramento, o desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita, o diálogo com as práticas pedagógicas. Em 2007 e 2008, os sistemas receberam o primeiro material sobre a inclusão de alunos de seis anos.

Ionice Lorenzoni

Palavras-chave: Ensino fundamental de nove anos, 9 anos, seb, educação básica.
Fonte: Ministério da Educação.

Acordo ortográfico.

Acordo ortográfico


Língua Portuguesa.
GUIA.

O QUE FOI REFORMULADO

Alfabeto

Introduzem-se as letras k, w e y em nosso alfabeto,
que passa a ter 26 letras.

Trema

Deixa de existir, a não ser em nomes próprios estrangeiros e seus derivados.
Exemplo: mülleriano (de Müller).

Hífen

Não se usa hífen:
1 – Nas formações em que o primeiro elemento termina em vogal e o segundo começa com r ou s. Nesses casos, dobram-se o r ou o s.
Exemplos: antirreligioso, contrarregra, antissemita, contrassenha, cosseno.
2 – Nas formações em que o primeiro elemento termina em vogal e o segundo começa com uma vogal diferente.
Exemplos: antiácido, extraescolar, autoestrada, autoaprendizagem.
3 – Em certos compostos em que se perdeu a noção de composição:
Exemplos: paraquedas, paraquedismo, paraquedista.
Usa-se hífen:
Nas formações em que o primeiro elemento termina na mesma vogal com que se inicia o segundo.
Exemplos: anti-ibérico, arqui-irmandade, micro-onda, eletro-ótica.
Exceção: Nas formações com o prefixo co-, este se junta com o segundo elemento mesmo quando iniciado por o: coobrigação, coocupante, coordenar, cooperação.

Acentuação gráfica

Não levam acento circunflexo:
1 – As terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos crer, dar,
ler e ver e correspondentes formas compostas.
Exemplos: creem, descreem; deem; leem, releem; veem, reveem.
2 – As palavras terminadas em hiato oo.
Exemplos: abençoo, enjoo, povoo, voo.
Não levam acento agudo:
1 – Os ditongos ei e oi da sílaba tônica das palavras paroxítonas.
Exemplos: assembleia, ideia, onomatopeico, proteico, jiboia, alcaloide, heroico, paranoico.
2 – O i e o u tônicos das palavras paroxítonas quando precedidos de ditongos.
Exemplos: baiuca, boiuno, feiura.
3 – O u tônico das formas rizotônicas dos verbos arguir e redarguir.
Exemplos: arguo, arguis, argui, arguem; redarguo, redarguis, redargui, redarguem.
Acento diferencial

Não se acentuam mais:
• para (á) flexão de parar
• pela (é) substantivo e flexão de pelar
• pelo (é) flexão de pelar e pelo (ê) substantivo
• polo (ó) substantivo
• pera (ê) substantivo

Translineação

Repete-se o hífen:
Na mudança de linha, quando a partição de uma palavra composta ou de uma combinação de palavras em que há hífen coincide com o final de um dos elementos ou
membros, deve-se repetir o hífen no início da linha imediata.
Exemplos: ex- vice-
-alferes -almirante
serená- serená-los-
-los-emos -emos

O QUE PERMANECE

Hífen

Usa-se o hífen:
1 – Nas formações em que o segundo elemento começa com h.
Exemplos: super-homem, ultra-higiênico, extra-humano.
2 – Nas formações com circum- e pan-, quando o segundo elemento começa com vogal, m ou n.
Exemplos: circum-escolar, circum-murado,
circum-navegação, pan-africano, pan-mágico,
pan-negritude.
3 – Nas formações com ex-, pós-, pré-, pró-, sota-,
soto-, vice- e vizo-.
Exemplos: ex-diretor, pós-graduação, pré-escolar, pró-europeu, sota-piloto, soto-mestre,
vice-presidente, vizo-rei.
4 – Nas formações com inter-, hiper- e super- quando o segundo elemento começa por r.
Exemplos: inter-resistente, hiper-realismo, super-resfriado, super-romântico.
5 – Nos compostos com os advérbios bem e mal quando o segundo elemento começa por vogal
ou h.
Exemplos: bem-aventurado, bem-estar,
bem-humorado; mal-afortunado, mal-estar,
mal-humorado.
Obs.: Ao contrário de mal, bem pode não se juntar com palavras começadas por consoante.
Exemplos: bem-criado (malcriado), bem-falante (malfalante), bem-mandado (malmandado),
bem-nascido (malnascido), bem-visto (malvisto).
6 – Nos compostos com os elementos além, aquém, recém e sem.
Exemplos: além-mar, além-fronteiras,
aquém-Pireneus, recém-casado, recém-nascido,
sem-cerimônia, sem-número, sem-vergonha.

Acentuação gráfica

Mantêm-se as regras básicas de acentuação:
1 – Proparoxítonas
Todas são acentuadas.
Exemplos: ônibus, pássaro, romântico.
2 – Paroxítonas
Terminadas em r (açúcar), l (nível), n (hífen), x (fênix),
i/is (júri), us (vírus), um/uns (álbum), ão/ãos (bênção),
ã/ãs (órfã), ei/eis (jóquei), ps (fórceps), ditongo crescente (colégio).
Obs.: • Não se acentuam paroxítonas terminadas em ens (hifens).
• Não se acentuam prefixos paroxítonos terminados em i e r (anti-histórico,
super-homem).
3 – Monossílabas tônicas
Terminadas em a/as (pá), e/es (pé), o/os (só),
éi/éis (réis), éu/éus (véu), ói/óis (dói).
4 – Oxítonas tônicas
Terminadas em a/as (sofá), e/es (café), o/os (tricô), éi/éis (papéis), éu/éus (fogaréu), ói/óis (herói),
em/ens (refém).

5 – Casos especiais
a) Acentuam-se o i e o u tônicos dos hiatos, desde que sozinhos na sílaba ou seguidos de s (saída, faísca).
Obs.: Não se acentua o i tônico seguido de nh (fuinha, rainha).
b) Acentuam-se as terceiras pessoas do plural dos verbos ter, vir e correspondentes formas compostas.
Exemplos: têm, vêm (de “vir”), abstêm, advêm, contêm, detêm, obtêm, mantêm, provêm (de “provir”).
c) Mantém-se o acento diferencial (circunflexo) nas formas verbais:
• pôr (verbo), para se diferenciar de por (preposição);
• pôde (terceira pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo), para se diferenciar de pode (terceira pessoa do presente do indicativo).

fonte: http://www.ftd.com.br/v4/pdf/Mat_Apoio/acordo_ortografico.pdf

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